Delfim alerta Bernardo contra monopólio na telefonia

A telefonia celular no Brasil já é ruim e cara, mas o governo estuda montar uma operação que permitiria às atuais operadoras (Vivo, Claro e Oi), comprar a TIM, com dinheiro público para depois fatiá-la; seria, segundo Delfim Netto, um "erro trágico", pois o que já é ruim ficaria ainda pior; será que o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, fará o jogo do oligopólio?

A telefonia celular no Brasil já é ruim e cara, mas o governo estuda montar uma operação que permitiria às atuais operadoras (Vivo, Claro e Oi), comprar a TIM, com dinheiro público para depois fatiá-la; seria, segundo Delfim Netto, um "erro trágico", pois o que já é ruim ficaria ainda pior; será que o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, fará o jogo do oligopólio?
A telefonia celular no Brasil já é ruim e cara, mas o governo estuda montar uma operação que permitiria às atuais operadoras (Vivo, Claro e Oi), comprar a TIM, com dinheiro público para depois fatiá-la; seria, segundo Delfim Netto, um "erro trágico", pois o que já é ruim ficaria ainda pior; será que o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, fará o jogo do oligopólio? (Foto: Leonardo Attuch)


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247 - Em artigo publicado nesta quarta-feira na Folha de S. Paulo, chamado TIM, o ex-ministro Delfim Netto foi direto ao ponto. Defendeu a concorrência, condenou oligopólios e fez um alerta ao governo: não permitam que seja levada adiante a operação para que a operadora TIM seja comprada por seus concorrentes – Vivo, Claro e Oi – e depois fatiada. Caso isso ocorra, o serviço de telefonia celular no Brasil, que já é ruim e caro, ficará ainda pior.

"Há uma lição na experiência mexicana que deveríamos introjetar: todo oligopólio legalmente protegido, como é o nosso setor de comunicações, torna-se preguiçoso no desenvolvimento tecnológico e contenta-se em explorar o consumidor indefeso. Forçar, por exemplo, como sugerem os interessados, a venda da TIM para os atuais operadores (com mais dinheiro do governo) seria um erro trágico, pelo qual pagaríamos em alguns anos. Como se viu no México, as consequências vêm sempre depois...", diz Delfim.

Leia, aqui, a coluna TIM.

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