Delação da Odebrecht deve atingir Palocci e Mantega

Os dois principais nomes da área econômica nos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci e Guido Mantega, devem ser citados na delação premiada de Marcelo Odebrecht; Palocci seria o "italiano" relacionado a pagamentos de R$ 6 milhões e Mantega o "pós-italiano" ligado a doações de R$ 50 milhões; o advogado de Palocci e Mantega, José Roberto Batochio, diz que as delações não passam de ilações sem qualquer fundamento e disse que, além de Palocci não ser o "italiano", o valor atribuído a Mantega é "completamente inverossímil"

Os dois principais nomes da área econômica nos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci e Guido Mantega, devem ser citados na delação premiada de Marcelo Odebrecht; Palocci seria o "italiano" relacionado a pagamentos de R$ 6 milhões e Mantega o "pós-italiano" ligado a doações de R$ 50 milhões; o advogado de Palocci e Mantega, José Roberto Batochio, diz que as delações não passam de ilações sem qualquer fundamento e disse que, além de Palocci não ser o "italiano", o valor atribuído a Mantega é "completamente inverossímil"
Os dois principais nomes da área econômica nos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci e Guido Mantega, devem ser citados na delação premiada de Marcelo Odebrecht; Palocci seria o "italiano" relacionado a pagamentos de R$ 6 milhões e Mantega o "pós-italiano" ligado a doações de R$ 50 milhões; o advogado de Palocci e Mantega, José Roberto Batochio, diz que as delações não passam de ilações sem qualquer fundamento e disse que, além de Palocci não ser o "italiano", o valor atribuído a Mantega é "completamente inverossímil" (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Os dois principais nomes da área econômica nos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci e Guido Mantega, devem ser citados na delação premiada de Marcelo Odebrecht, segundo informam Bela Megale e Marcio Cesar Carvalho.

Palocci seria o "italiano" relacionado a pagamentos de R$ 6 milhões e Mantega o "pós-italiano" ligado a doações de R$ 50 milhões.

O advogado de Palocci e Mantega, José Roberto Batochio, diz que as delações não passam de ilações sem qualquer fundamento.

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"Contesto com toda a ênfase que o Palocci tenha sido identificado por uma alcunha que nunca foi associada a ele. Havia um lobista italiano que circulava pelas empreiteiras em busca de projetos", disse.

Em relação a Mantega, ele diz que o valor citado ao lado do codinome que seria atribuído a ele dentro da Odebrecht, de R$ 50 milhões, "é completamente inverossímil".

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