De olho em 2018, PSDB mira em Meirelles

Principal aliado do governo interino de Michel Temer, o PSDB de Aécio Neves tem feito críticas à equipe econômica, especialmente ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a fim de se preservar como alternativa de poder para a próxima eleição presidencial; tucanos querem o compromisso de que Temer não se candidatará à reeleição e que o chefe da economia assuma o mesmo compromisso

Principal aliado do governo interino de Michel Temer, o PSDB de Aécio Neves tem feito críticas à equipe econômica, especialmente ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a fim de se preservar como alternativa de poder para a próxima eleição presidencial; tucanos querem o compromisso de que Temer não se candidatará à reeleição e que o chefe da economia assuma o mesmo compromisso
Principal aliado do governo interino de Michel Temer, o PSDB de Aécio Neves tem feito críticas à equipe econômica, especialmente ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a fim de se preservar como alternativa de poder para a próxima eleição presidencial; tucanos querem o compromisso de que Temer não se candidatará à reeleição e que o chefe da economia assuma o mesmo compromisso (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Nas últimas semanas, foi comum ouvir críticas de lideranças tucanas contra a equipe econômica do governo interino, Michel Temer. O tom tem um fundamento: se preservar como alternativa de poder para a próxima eleição presidencial, em 2018.

E a mira principal é o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Principal aliado do governo interino, o PSDB do senador Aécio Neves (MG) quer o compromisso de que Temer não se candidatará à reeleição, e o mesmo compromisso por parte do chefe da economia.

O discurso dentro do PSDB é de que Meirelles tem compactuado com a flexibilização do ajuste fiscal com o objetivo de construir sua própria alternativa eleitoral, diferente da antiga oposição, composta por PSDB, DEM, PPS e PSB.

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As críticas ao pacote de "bondades" distribuído por Temer para criar um clima favorável para a aprovação do impeachment – como o reajuste a servidores e o perdão de parte da dívida dos Estados –, no entanto, fica apenas no discurso do PSDB, cujas bancadas na Câmara e no Senado respaldaram as propostas.

Leia mais na reportagem de Pedro Venceslau.

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