De Cristina para Christine, uma resposta à altura

Diretora do FMI havia ameaçado dar “cartão vermelho” à Argentina e recebeu como resposta, na ONU, que seu país não é um time de futebol; aliás, o que salvou a Argentina foi dar cartão vermelho ao FMI

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247 – Pode-se gostar ou não de Cristina Kirchner, mas ninguém há de negar sua coragem. Foi a presidente sul-americana que mais avançou no resgate à memória das vítimas da ditadura, não apenas homenageando seus mortos, mas também punindo generais assassinos. Depois disso, comprou uma briga com os meios de comunicação, ao aprovar uma lei que quebra os monopólios midiáticos de grupos como o Clarín.

Agora, ela também não deixou barato uma polêmica com o FMI, comandado pela francesa Christine Lagarde. Dias atrás, ela disse que o Fundo poderia dar o “cartão vermelho” à Argentina, em razão da manipulação de suas contas públicas e da taxa de inflação. Na Assembleia Geral das Nações Unidas, Cristina respondeu: “Meu país não é um time de futebol, é uma nação soberana, que toma decisões soberanas e que não será submetida a uma pressão e muito menos a uma ameaça”.

Detalhe: o que fez com que a Argentina saísse da segunda divisão da economia mundial, foi justamente a decisão tomada pelo marido de Cristina, o já falecido Nestor Kirchner, de dar um cartão vermelho ao FMI.

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