Czar do jogo quer comprar ativos da Petrobras na Argentina

O czar do jogo na Argentina Cristóbal López, cujos negócios com cassinos, petróleo e mídia cresceram durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner, está novamente na corrida para comprar os ativos da Petrobras no país vizinho; para tentar evitar o veto que sofreu do governo brasileiro, que, em 2013, o impediu de comprar os ativos da Petrobras na Argentina, Lopez decidiu encarar o negócio com novos sócios; por isso, sua empresa estabeleceu uma parceria com a Petrolera Pampa, que já ofereceu US$ 1,2 bilhão pelos ativos da estatal

O czar do jogo na Argentina Cristóbal López, cujos negócios com cassinos, petróleo e mídia cresceram durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner, está novamente na corrida para comprar os ativos da Petrobras no país vizinho; para tentar evitar o veto que sofreu do governo brasileiro, que, em 2013, o impediu de comprar os ativos da Petrobras na Argentina, Lopez decidiu encarar o negócio com novos sócios; por isso, sua empresa estabeleceu uma parceria com a Petrolera Pampa, que já ofereceu US$ 1,2 bilhão pelos ativos da estatal
O czar do jogo na Argentina Cristóbal López, cujos negócios com cassinos, petróleo e mídia cresceram durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner, está novamente na corrida para comprar os ativos da Petrobras no país vizinho; para tentar evitar o veto que sofreu do governo brasileiro, que, em 2013, o impediu de comprar os ativos da Petrobras na Argentina, Lopez decidiu encarar o negócio com novos sócios; por isso, sua empresa estabeleceu uma parceria com a Petrolera Pampa, que já ofereceu US$ 1,2 bilhão pelos ativos da estatal (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – O czar do jogo na Argentina Cristóbal López, cujos negócios com cassinos, petróleo e mídia cresceram durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner, está novamente na corrida para comprar os ativos da Petrobras no país vizinho.

A subsidiária argentina da estatal brasileira colocou à venda campos de petróleo, uma refinaria, postos de combustível, usinas térmicas e hidrelétricas, além de uma petroquímica. 

Para tentar evitar o veto que sofreu do governo brasileiro, que, em 2013, o impediu de comprar os ativos da Petrobras na Argentina, Lopez decidiu encarar o negócio com novos sócios. Por isso, de acordo com fontes da indústria, sua empresa estabeleceu uma parceria com a Petrolera Pampa, que já ofereceu US$ 1,2 bilhão pelos ativos da estatal.

A Pampa Energía, do empresário Marcelo Mindlin, ja tem negócios com Petrobras Argentina na empresa de transporte de energía TGS.

Na corrida pelos ativos da Petrobras também estaria a empresa Tecpetrol, petroleira do Grupo Techint.

O ano passado, a estatal YPF ofereceu US$ 920 milhões pela participação de 67,2% da Petrobras na sua unidade argentina.

Os ativos da Petrobras na Argentina incluem mas de 100 postos de gasolina, a central térmica Genelba, e hidroeletrica Pichi Picún Leifu, na Patagonia.

A empresa também possui uma participação na transportadora Transener.

Recentemente, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, informou que a estatal vai a acelerar os desinvestimentos este ano.

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