CVM pode apoiar a Lei Garotinho de balanços eletrônicos
Comissão de Valores Mobiliários (CVM) estuda possibilidade de liberar empresas da obrigação de divulgar seus balanços em jornais de papel, para reduzir parte dos custos de entrar no mercado acionário; medida é semelhante ao que vem propondo o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) em projeto de lei que institui o fim da obrigatoriedade balanços impressos na mídia de papel; caso aprovado, projeto de Garotinho ameaça jornais impressos, como o Valor Econômico, dos grupos Globo e Folha, que depende da publicidade legal obrigatória
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) estuda a possibilidade de liberar empresas de menor porte da obrigação de divulgar seus balanços em jornais, para reduzir parte dos custos de entrar no mercado acionário. A medida é semelhante ao que vem propondo o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ). Garotinho tem defendido projeto de lei que institui o fim de balanços impressos em jornais (leia mais).
O projeto de lei já foi aprovado e, como o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) é líder do partido, pode pedir regime de urgência a qualquer momento para colocá-lo em plenário; "Estou muito confiante. A tendência é que isso seja votado o mais rápido possível", disse o deputado, em entrevista recente ao Jornal do Brasil. Caso seja aprovado, o projeto vai tirar dos jornais impressos expressiva fonte de rendimento.
Presidente da CVM, Leonardo Gomes Pereira disse que a comissão está "realizando estudos, como este, para promover a expansão da oferta de empresas menores". "A simplificação é um ato em estudo", disse, após participar do "Encontro com Investidores", realizado no Ministério da Justiça. "Provavelmente, começaremos com empresas com este perfil [de menor porte]. Depois avaliaremos o que pode ser expandido", concluiu.
A comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos deu autorização às empresas norte-americanas no início deste mês para utilizar redes sociais no anúncio de informações financeiras cruciais, desde que informem os investidores com antecedência os detalhes sobre o que será divulgado e como.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247