CVM julga controladores do Grupo Peixoto de Castro

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve julgar na próxima quarta-feira, 12, os acionistas controladores do Grupo Peixoto de Castro (GPC), entre eles o presidente do Conselho, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares; réu na operação Lava Jato por irregularidades em contratos entre a Apolo Tubulars e a Petrobras, "Peleca", como é conhecido, é acusado de infringir a Lei das S/A, ao votar pela inclusão de um item nos estatutos do grupo, tornando obrigatória a realização de uma oferta pública caso algum investidor atinja 40% do capital; GPC está em recuperação judicial desde 2013

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve julgar na próxima quarta-feira, 12, os acionistas controladores do Grupo Peixoto de Castro (GPC), entre eles o presidente do Conselho, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares; réu na operação Lava Jato por irregularidades em contratos entre a Apolo Tubulars e a Petrobras, "Peleca", como é conhecido, é acusado de infringir a Lei das S/A, ao votar pela inclusão de um item nos estatutos do grupo, tornando obrigatória a realização de uma oferta pública caso algum investidor atinja 40% do capital; GPC está em recuperação judicial desde 2013
Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve julgar na próxima quarta-feira, 12, os acionistas controladores do Grupo Peixoto de Castro (GPC), entre eles o presidente do Conselho, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares; réu na operação Lava Jato por irregularidades em contratos entre a Apolo Tubulars e a Petrobras, "Peleca", como é conhecido, é acusado de infringir a Lei das S/A, ao votar pela inclusão de um item nos estatutos do grupo, tornando obrigatória a realização de uma oferta pública caso algum investidor atinja 40% do capital; GPC está em recuperação judicial desde 2013 (Foto: Aquiles Lins)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve julgar na próxima quarta-feira, 12, os acionistas controladores do Grupo Peixoto de Castro (GPC), entre eles o presidente do Conselho, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares.

Em setembro de 2013, eles votaram na reunião do Conselho que aprovou a inclusão de uma "pílula de veneno" nos estatutos do grupo, tornando obrigatória a realização de uma oferta pública caso algum investidor atinja 40% do capital.

Na condição de sócios controladores, os Peixoto de Castro deveriam se abster da votação, conforme o artigo 156 da Lei das S/A. No limite, a CVM poderá determinar o afastamento de Paulo Cesar do comando do Conselho.

continua após o anúncio

Aliás, "Poleca", como é mais conhecido, é um caso único de réu da Lava Jato que segue como chairman de uma companhia aberta. No último dia 29, Sergio Moro aceitou a denúncia do Ministério Público contra o empresário por irregularidades em contratos entre a Apolo Tubulars e a Petrobras. O processo contra "Poleca" lista 311 atos de "continuidade delitiva".

No auge, o Grupo Peixoto de Castro controlou mais de uma dezena de companhias, da petroquímica ao setor financeiro. Foi dono, por exemplo, da Refinaria de Manguinhos e do Banco Prosper. A GPC está em recuperação judicial desde 2013.

continua após o anúncio

 

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247