CUT: ajuste fiscal é um equívoco estapafúrdio

"O governo meteu os pés pelas mãos, criou uma agenda 'negativíssima'. Eu fico muito surpreso quando o governo eleito adota medida ortodoxa. Significa paralisação da economia, recessão. Para o trabalhador, significa desemprego", avaliou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, na Câmara dos Deputados; segundo ele, a gestão de Dilma Rousseff "cometeu um equívoco estapafúrdio, uma coisa desorientada, de editar medidas provisórias sobre assuntos que nós estávamos negociando desde 2007"

"O governo meteu os pés pelas mãos, criou uma agenda 'negativíssima'. Eu fico muito surpreso quando o governo eleito adota medida ortodoxa. Significa paralisação da economia, recessão. Para o trabalhador, significa desemprego", avaliou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, na Câmara dos Deputados; segundo ele, a gestão de Dilma Rousseff "cometeu um equívoco estapafúrdio, uma coisa desorientada, de editar medidas provisórias sobre assuntos que nós estávamos negociando desde 2007"
"O governo meteu os pés pelas mãos, criou uma agenda 'negativíssima'. Eu fico muito surpreso quando o governo eleito adota medida ortodoxa. Significa paralisação da economia, recessão. Para o trabalhador, significa desemprego", avaliou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, na Câmara dos Deputados; segundo ele, a gestão de Dilma Rousseff "cometeu um equívoco estapafúrdio, uma coisa desorientada, de editar medidas provisórias sobre assuntos que nós estávamos negociando desde 2007" (Foto: Roberta Namour)


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247 – Aliado do PT, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou o pacote de ajustes fiscais do governo Dilma Rousseff.

"O governo cometeu um equívoco estapafúrdio, uma coisa desorientada, de editar medidas provisórias sobre assuntos que nós estávamos negociando desde 2007", disse o sindicalista.

Líder da maior central sindical do país, ele defende outro modelo de ajuste fiscal, com tributação de grandes fortunas, criação de barreiras para a remessa de lucros ao exterior e reforma tributária.

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"O governo meteu os pés pelas mãos, criou uma agenda 'negativíssima'. Eu fico muito surpreso quando o governo eleito adota medida ortodoxa. Significa paralisação da economia, recessão. Para o trabalhador, significa desemprego", avaliou Freitas na Câmara dos Deputados.

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