Custo dos reajustes dos servidores será maior do que o anunciado

Muitas categorias de funcionários ficaram fora dos 14 projetos de lei que concedem reajuste salarial a servidores aprovados na noite de quarta-feira pela Câmara dos Deputados, ao custo de R$ 52,9 bilhões em três anos; entre as categorias não contempladas estão os auditores da Receita Federal, os diplomatas, os delegados e agentes da Polícia Federal, os médicos do INSS e os analistas e técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); "Esses acordos ainda serão avaliados pelo governo", disse ontem o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira

Muitas categorias de funcionários ficaram fora dos 14 projetos de lei que concedem reajuste salarial a servidores aprovados na noite de quarta-feira pela Câmara dos Deputados, ao custo de R$ 52,9 bilhões em três anos; entre as categorias não contempladas estão os auditores da Receita Federal, os diplomatas, os delegados e agentes da Polícia Federal, os médicos do INSS e os analistas e técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); "Esses acordos ainda serão avaliados pelo governo", disse ontem o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira
Muitas categorias de funcionários ficaram fora dos 14 projetos de lei que concedem reajuste salarial a servidores aprovados na noite de quarta-feira pela Câmara dos Deputados, ao custo de R$ 52,9 bilhões em três anos; entre as categorias não contempladas estão os auditores da Receita Federal, os diplomatas, os delegados e agentes da Polícia Federal, os médicos do INSS e os analistas e técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); "Esses acordos ainda serão avaliados pelo governo", disse ontem o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira (Foto: Roberta Namour)


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247 – O custo dos reajustes dos servidores será maior do que o anunciado pelo governo interino de Michel Temer. Muitas categorias de funcionários ficaram fora dos 14 projetos de lei aprovados na noite de quarta-feira pela Câmara dos Deputados, ao custo de R$ 52,9 bilhões em três anos, segundo manchete do Valor.

Entre as categorias não contempladas estão os auditores da Receita Federal, os diplomatas, os delegados e agentes da Polícia Federal, os médicos do INSS e os analistas e técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)/ "Esses acordos ainda serão avaliados pelo governo", disse ontem o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira.

Não há recursos no Orçamento deste ano para bancar todos os reajustes. Oliveira informou que o custo da correção salarial dos servidores aprovada pela Câmara é de R$ 7 bilhões neste ano, R$ 19,4 bilhões em 2017 e R$ 26,5 bilhões em 2018. Ele afirmou que "a aprovação desses acordos está em linha com o ajuste fiscal, com a contenção das despesas e com o que o governo está propondo, que é a regra para o crescimento da despesa, limitada pela inflação" (leia aqui).

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