Crítico de Dilma, Odebrecht amplia parceria com governo

Nos bastidores, Emílio Odebrecht dissemina críticas ao estilo da presidente Dilma Rousseff; na hora de firmar parcerias com o governo federal, porém, holding comandada por ele e seu filho Marcelo Odebrecht não pensa duas vezes; Odebrecht ambiental recebe aporte de R$ 650 milhões do Fi-FGTS e do Funcef para aumentar faturamento a partir de 2014; dupla face nas relações com o poder público é marca histórica da Odebrecht

Nos bastidores, Emílio Odebrecht dissemina críticas ao estilo da presidente Dilma Rousseff; na hora de firmar parcerias com o governo federal, porém, holding comandada por ele e seu filho Marcelo Odebrecht não pensa duas vezes; Odebrecht ambiental recebe aporte de R$ 650 milhões do Fi-FGTS e do Funcef para aumentar faturamento a partir de 2014; dupla face nas relações com o poder público é marca histórica da Odebrecht
Nos bastidores, Emílio Odebrecht dissemina críticas ao estilo da presidente Dilma Rousseff; na hora de firmar parcerias com o governo federal, porém, holding comandada por ele e seu filho Marcelo Odebrecht não pensa duas vezes; Odebrecht ambiental recebe aporte de R$ 650 milhões do Fi-FGTS e do Funcef para aumentar faturamento a partir de 2014; dupla face nas relações com o poder público é marca histórica da Odebrecht (Foto: Sheila Lopes)


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247 – Um dos maiores críticos da presidente Dilma Rousseff nos bastidores dos meios empresariais e políticos, o baiano Emílio Odebrecht continua a orientar seu grupo a vicejar com o apoio do setor estatal. A Odebrecht Ambiental, um dos braços da holding comandada por Emílio e seu filho Marcelo Odebrecht, acaba de ampliar sua parceria com dois fundos de pensão ligados a empresas estatais.

A companhia receberá R$ 615 milhões de dois fundos, para reforçar sua estrutura de capital.Com os novos recursos, pretende ampliar presença em serviços de água e esgoto para residências, tratamentos de água e esgoto para indústrias e resíduos diversos.

O Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, entrará com cerca de R$ 300 milhões, passando a ter 17,2% do capital da empresa. Após negociações que duraram quase um ano, o aporte já teve a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

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O Fi-FGTS (Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) colocou R$ 315 milhõesna na Odebrecht Ambiental, saltando dos atuais 26,5% de participação na empresa para 30% O Fi-FGTS já possui a mesma participação em outra empresa do grupo, a Odebrecht TransPort, controladora do terminal Embraport, no Porto de Santos.

A divisão de resíduos sólidos, cujo setor cresce cerca de dois dígitos ao ano no Brasil, foi responsável no ano passado por 1,7% da receita bruta total do grupo, de R$ 84,4 bilhões. Com os recursos, a Odebrecht pretende que a Ambiental atinja, em 2014, faturamento de R$ 3,6 bilhões e, no ano seguinte, de R$ 5,3 bilhões.

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Vale perguntar se, ainda mais parceiros agora, Emílio e Marcelo Odebrecht irão suspender suas críticas de bastidores ao governo e agradecer, ao menos com um silêncio obsequioso, o apoio.

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