Crise na Ucrânia aproxima EUA e União Europeia

"Neste momento, quando olhamos ao redor do mundo, há uma razão poderosa para a Europa e os Estados Unidos se unirem para demonstrar que eles podem levar seu relacionamento a um novo nível", disse Michael Froman, o representante comercial norte-americano

"Neste momento, quando olhamos ao redor do mundo, há uma razão poderosa para a Europa e os Estados Unidos se unirem para demonstrar que eles podem levar seu relacionamento a um novo nível", disse Michael Froman, o representante comercial norte-americano
"Neste momento, quando olhamos ao redor do mundo, há uma razão poderosa para a Europa e os Estados Unidos se unirem para demonstrar que eles podem levar seu relacionamento a um novo nível", disse Michael Froman, o representante comercial norte-americano (Foto: Leonardo Attuch)


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BRUXELAS, 22 Mar (Reuters) - A anexação da Crimeia pela Rússia sublinha a necessidade de os Estados Unidos e a União Europeia aprofundarem substancialmente os seus laços econômicos, disse a principal autoridade comercial de Washington neste sábado, abrindo a porta para as exportações norte-americanas de gás natural para a Europa.

Dias antes de funcionários do presidente dos EUA, Barack Obama, e da UE realizarem uma cúpula em Bruxelas, o representante comercial norte-americano, Michael Froman, disse que, pela lógica, "nunca poderia ser mais forte" um acordo de livre comércio EUA-UE, apesar da crescente hostilidade pública a tal pacto.

"Neste momento, quando olhamos ao redor do mundo, há uma razão poderosa para a Europa e os Estados Unidos se unirem para demonstrar que eles podem levar seu relacionamento a um novo nível", disse Froman a jornalistas.

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"Os recentes desenvolvimentos apenas ressaltam a importância das relações transatlânticas. De uma perspectiva estratégica e econômica, a justificativa para o T-TIP nunca poderia ser mais forte", disse ele, referindo-se ao nome oficial do acordo proposto, uma parceria comercial e de investimento transatlântico.

Bruxelas e Washington dizem que um pacto de comércio abrangendo quase metade economia do mundo pode gerar 100 bilhões de dólares em produção econômica adicional em um ano, em ambos os lados do Atlântico, bem como a criação de um mercado de 800 milhões de consumidores.

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(Por Robin Emmott)

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