Crédito caro freia lançamento de imóveis

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin, empresas já reduziram a compra de terrenos e estão segurando os lançamentos, em função do aumento das restrições ao crédito e a elevação das taxas de juros; no primeiro trimestre, Cyrela, Direcional, Even, EZTec, Gafisa, Helbor, MRV, PDG, Rodobens Negócios Imobiliários e Tecnisa realizaram lançamentos no total de R$ 1,74 bilhão, valor 66% abaixo do que em 2014

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin, empresas já reduziram a compra de terrenos e estão segurando os lançamentos, em função do aumento das restrições ao crédito e a elevação das taxas de juros; no primeiro trimestre, Cyrela, Direcional, Even, EZTec, Gafisa, Helbor, MRV, PDG, Rodobens Negócios Imobiliários e Tecnisa realizaram lançamentos no total de R$ 1,74 bilhão, valor 66% abaixo do que em 2014
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin, empresas já reduziram a compra de terrenos e estão segurando os lançamentos, em função do aumento das restrições ao crédito e a elevação das taxas de juros; no primeiro trimestre, Cyrela, Direcional, Even, EZTec, Gafisa, Helbor, MRV, PDG, Rodobens Negócios Imobiliários e Tecnisa realizaram lançamentos no total de R$ 1,74 bilhão, valor 66% abaixo do que em 2014 (Foto: Roberta Namour)


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247 – As construtoras estão reduzindo a compra de terrenos e segurando os lançamentos, em função do aumento das restrições ao crédito e a elevação das taxas de juros. É o que aponta o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin, em entrevista ao Valor.

No primeiro trimestre, Cyrela, Direcional, Even, EZTec, Gafisa, Helbor, MRV, PDG, Rodobens Negócios Imobiliários e Tecnisa realizaram lançamentos no total de R$ 1,74 bilhão, valor 66% abaixo do que em 2014.

O setor cobra que o Banco Central (BC) limite a aquisição de instrumentos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) para as instituições financeiras cumprirem a exigência de direcionar ao menos 65% dos recursos da poupança para o financiamento imobiliário, segundo levantamento do Valor. No fim do primeiro trimestre, o saldo do crédito imobiliário no Itaú Unibanco e Bradesco ¬ representava menos de 50% da captação da poupança (leia mais).

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