CPMF sobe no telhado

Em reunião com líderes de 17 partidos e blocos que apoiam seu governo na Câmara, o presidente interino Michel Temer ouviu que não há clima para a aprovação do projeto que recria a CPMF, uma das alternativas em estudo para elevar a arrecadação e reduzir o rombo nas contas públicas. Alguns deles sugeriram apoio à aprovação do projeto que legaliza jogos de azar

Em reunião com líderes de 17 partidos e blocos que apoiam seu governo na Câmara, o presidente interino Michel Temer ouviu que não há clima para a aprovação do projeto que recria a CPMF, uma das alternativas em estudo para elevar a arrecadação e reduzir o rombo nas contas públicas. Alguns deles sugeriram apoio à aprovação do projeto que legaliza jogos de azar
Em reunião com líderes de 17 partidos e blocos que apoiam seu governo na Câmara, o presidente interino Michel Temer ouviu que não há clima para a aprovação do projeto que recria a CPMF, uma das alternativas em estudo para elevar a arrecadação e reduzir o rombo nas contas públicas. Alguns deles sugeriram apoio à aprovação do projeto que legaliza jogos de azar (Foto: Roberta Namour)


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247 - Em reunião com líderes de 17 partidos e blocos que apoiam seu governo na Câmara, o presidente interino Michel Temer ouviu que não há clima para a aprovação do projeto que recria a CPMF, uma das alternativas em estudo para elevar a arrecadação e reduzir o rombo nas contas públicas. Alguns deles sugeriram apoio à aprovação do projeto que legaliza jogos de azar.

“Presidente, será uma situação até constrangedora. Todos os seus pares, sua base, foram contra a CPMF. Quem vai mudar de lado? Tem que ter respeito com seu eleitor. Não tem como aprovar, isso não vai acontecer. Poderia levar a uma situação constrangedora de derrota na Casa”, disse o líder do PSL, Alfredo Kaefer (PR), a Temer.

A volta da CPMF é cogitava pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Mas o ministro do Planejamento, Romero Jucá, afirmou ontem, no Rio, que a criação de impostos não é a primeira opção do novo governo para combater a crise econômica, e que a prioridade inicial é o corte de gastos.

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