Coutinho diz que economia deve melhorar no 2º semestre

"O que preocupa mais (no desempenho do BNDES) é a redução de consultas, que reflete o momento de alta incerteza no país. Uma vez ultrapassado o momento de incerteza, as consultas tendem a voltar. Em geral, o segundo semestre é mais forte que o primeiro, mas não vou adiantar nada. Muito do que está acontecendo em 2015 (em termos de liberação de crédito) foi contratado em 2014”, disse o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na assinatura de memorando de entendimentos com o NDB, o banco dos Brics

"O que preocupa mais (no desempenho do BNDES) é a redução de consultas, que reflete o momento de alta incerteza no país. Uma vez ultrapassado o momento de incerteza, as consultas tendem a voltar. Em geral, o segundo semestre é mais forte que o primeiro, mas não vou adiantar nada. Muito do que está acontecendo em 2015 (em termos de liberação de crédito) foi contratado em 2014”, disse o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na assinatura de memorando de entendimentos com o NDB, o banco dos Brics
"O que preocupa mais (no desempenho do BNDES) é a redução de consultas, que reflete o momento de alta incerteza no país. Uma vez ultrapassado o momento de incerteza, as consultas tendem a voltar. Em geral, o segundo semestre é mais forte que o primeiro, mas não vou adiantar nada. Muito do que está acontecendo em 2015 (em termos de liberação de crédito) foi contratado em 2014”, disse o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na assinatura de memorando de entendimentos com o NDB, o banco dos Brics (Foto: Roberta Namour)


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247 - O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, reconheceu o momento de ‘incerteza econômica’ no Brasil, mas destacou que o 2° semestre deve melhorar:

"O que preocupa mais (no desempenho do BNDES) é a redução de consultas, que reflete o momento de alta incerteza no país. Uma vez ultrapassado o momento de incerteza, as consultas tendem a voltar. Em geral, o segundo semestre é mais forte que o primeiro, mas não vou adiantar nada. Muito do que está acontecendo em 2015 (em termos de liberação de crédito) foi contratado em 2014”, disse ele, na assinatura de memorando de entendimentos com o NDB, o banco dos Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China).

As consultas para investimento feitas ao BNDES caíram 47% no primeiro semestre ante igual período de 2014, totalizando R$ 60,7 bilhões. “O que esperávamos está começando a acontecer. A emissão de debêntures está decolando um pouquinho mais devagar, mas está decolando”, acrescentou.

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