Coutinho: decisões do BNDES têm natureza técnica

Presidente do BNDES, Luciano Coutinho afirma que o banco está "imune" a favorecimentos ou atos ilícitos de seus funcionários; "Não temos como controlar o que acontece fora da instituição. O que posso assegurar é que os nossos processos de decisão são técnicos e colegiados", disse; ele rebate “ilações inverídicas e sem provas" de Marcelo Odebrecht, que o acusa de cobrar de empresas com financiamentos do banco doações para a campanha de Dilma

Presidente do BNDES, Luciano Coutinho afirma que o banco está "imune" a favorecimentos ou atos ilícitos de seus funcionários; "Não temos como controlar o que acontece fora da instituição. O que posso assegurar é que os nossos processos de decisão são técnicos e colegiados", disse; ele rebate “ilações inverídicas e sem provas" de Marcelo Odebrecht, que o acusa de cobrar de empresas com financiamentos do banco doações para a campanha de Dilma
Presidente do BNDES, Luciano Coutinho afirma que o banco está "imune" a favorecimentos ou atos ilícitos de seus funcionários; "Não temos como controlar o que acontece fora da instituição. O que posso assegurar é que os nossos processos de decisão são técnicos e colegiados", disse; ele rebate “ilações inverídicas e sem provas" de Marcelo Odebrecht, que o acusa de cobrar de empresas com financiamentos do banco doações para a campanha de Dilma (Foto: Roberta Namour)


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247 – O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou que o banco está "imune" a favorecimentos ou atos ilícitos de seus funcionários.

"Não temos como controlar o que acontece fora da instituição. O que posso assegurar é que os nossos processos de decisão são técnicos e colegiados", em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

A declaração foi feita para contestar “ilações inverídicas e sem provas" de Marcelo Odebrecht, que o acusa de cobrar de empresas com financiamentos do banco doações para a campanha de Dilma.

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“Isso é uma impossibilidade diante da governança do sistema de decisões colegiadas do banco, que são de natureza técnica, que não permitem nenhum processo espúrio. Nem o presidente [do banco] nem ninguém decide nada sozinho na instituição”, acrescentou (leia aqui).

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