Cortes no Orçamento serão anunciados quinta ou sexta-feira

Presidente Dilma reuniu-se neste domingo com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante; a reunião terminou por volta das 19h e os ministros e assessores da Presidência deixaram o Palácio da Alvorada sem falar com a imprensa; o Executivo tem até o fim desta semana para anunciar o valor do contingenciamento orçamentário e onde serão efetuados os cortes que possibilitarão cumprir o ajuste fiscal; expectativa é que ele oscile entre R$ 60 bilhões e R$ 80 bilhões

A presidenta Dilma Rousseff dá posse ao novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro (Antonio Cruz/Agência Brasil)
A presidenta Dilma Rousseff dá posse ao novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro (Antonio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Ana Pupulin)


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Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff reuniu-se hoje (17), no Palácio da Alvorada, com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Eles chegaram no Alvorada por volta das 15h30. A reunião terminou por volta das 19h. Os ministros e assessores da Presidência deixaram o Palácio da Alvorada sem falar com a imprensa. O objetivo da reunião foi avaliar os cortes no Orçamento para o cumprimento do ajuste fiscal anunciado pelo governo.

O Executivo tem até o fim desta semana para anunciar o valor do contingenciamento orçamentário e onde serão efetuados os cortes que possibilitarão cumprir o ajuste fiscal pretendido. Com esse esforço, o governo pretende criar condições para que, a partir de 2016, o país volte a crescer.

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A expectativa é que esse corte no Orçamento da União oscile entre R$ 60 bilhões e R$ 80 bilhões. Por regra, o contingenciamento precisa ser anunciado no prazo de 30 dias contados a partir da sanção presidencial ao Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional. O bloqueio das verbas valerá até o final do ano.

Os cortes deverão ser anunciados nesta semana. Enquanto não forem publicados, vale o decreto que limita os gastos discricionários (não obrigatórios) entre janeiro e abril aos montantes gastos nos mesmos meses de 2014.

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