Correios vão cortar gastos e vender ativos

Presidente da estatal, Guilherme Campos, disse que, para tentar equilibrar as finanças, a empresa cortará patrocínios, venderá imóveis, cogita empréstimo bancário, renegocia a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal e ainda quer aumentar a participação dos funcionários no plano de saúde; os Correios registraram um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado e um novo rombo de R$ 900 milhões nos cinco primeiros meses de 2016 

Presidente da estatal, Guilherme Campos, disse que, para tentar equilibrar as finanças, a empresa cortará patrocínios, venderá imóveis, cogita empréstimo bancário, renegocia a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal e ainda quer aumentar a participação dos funcionários no plano de saúde; os Correios registraram um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado e um novo rombo de R$ 900 milhões nos cinco primeiros meses de 2016 
Presidente da estatal, Guilherme Campos, disse que, para tentar equilibrar as finanças, a empresa cortará patrocínios, venderá imóveis, cogita empréstimo bancário, renegocia a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal e ainda quer aumentar a participação dos funcionários no plano de saúde; os Correios registraram um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado e um novo rombo de R$ 900 milhões nos cinco primeiros meses de 2016  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O presidente da estatal, Guilherme Campos, disse que, para tentar equilibrar as finanças, a empresa cortará patrocínios, venderá imóveis, cogita empréstimo bancário, renegocia a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal e ainda quer aumentar a participação dos funcionários no plano de saúde.

“As despesas com patrocínio estavam em R$ 300 milhões no ano passado. Este ano estão em R$ 180 milhões e quero baixar o valor pela metade no ano que vem”, afirmou, em entrevista ao Globo.

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado e um novo rombo de R$ 900 milhões nos cinco primeiros meses de 2016.
Campos admite que pode faltar dinheiro para pagar os 117,4 mil funcionários da estatal. A folha de pagamento da instituição corresponde a cerca de 60% a 70% do faturamento anual, que está em torno de R$ 10 bilhões. “A partir de setembro, as coisas começam a se complicar”, disse.

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