Confiança dos comerciantes recua 0,9% entre junho e julho

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 0,9% entre junho e julho deste ano, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); na comparação com julho do ano passado, no entanto, o indicador teve aumento de 16,7%

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 0,9% entre junho e julho deste ano, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); na comparação com julho do ano passado, no entanto, o indicador teve aumento de 16,7%
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 0,9% entre junho e julho deste ano, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); na comparação com julho do ano passado, no entanto, o indicador teve aumento de 16,7% (Foto: Romulo Faro)


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Vitor Abdala – repórter da Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 0,9% entre junho e julho deste ano, segundo dados divulgados hoje (24) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na comparação com julho do ano passado, no entanto, o indicador teve aumento de 16,7%.

Apesar da queda de 0,9%, os empresários do comércio estão mais otimistas em relação ao futuro do que no mês passado. As expectativas cresceram 1,1% entre junho e julho, puxadas por melhores avaliações sobre o futuro da economia (1,3 %) , do setor (1,3 %) e de sua própria empresa (0,8 %) .

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Os empresários também estão mais confiantes em relação ao presente (0,2 %), resultado puxado pela melhora da avaliação sobre a situação de suas empresas (1,7 %) . As avaliações sobre a situação atual pioraram em relação à economia (-1,1 %) e ao setor (-0,6 %) .

A queda de 0,9% entre junho e julho (101,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos) foi puxada pelas intenções de investimentos, que recuaram 1,2% no período. Os empresários preveem contratar menos empregados (-2,1 %) e investir menos na empresa (-0,8 %) , além de terem uma pior avaliação sobre seus estoques (-0,4 %).

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