Confiança do consumidor volta a subir em setembro

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), melhora deveu-se à diminuição do pessimismo com a economia nos meses seguintes e pode estar relacionado com a redução das incertezas com o fim do período eleitoral; neste mês, o Índice de Expectativas (IE) subiu 2,1 por cento, a 102,2 pontos, melhor resultado desde abril de 2014 (103,6)

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), melhora deveu-se à diminuição do pessimismo com a economia nos meses seguintes e pode estar relacionado com a redução das incertezas com o fim do período eleitoral; neste mês, o Índice de Expectativas (IE) subiu 2,1 por cento, a 102,2 pontos, melhor resultado desde abril de 2014 (103,6)
Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), melhora deveu-se à diminuição do pessimismo com a economia nos meses seguintes e pode estar relacionado com a redução das incertezas com o fim do período eleitoral; neste mês, o Índice de Expectativas (IE) subiu 2,1 por cento, a 102,2 pontos, melhor resultado desde abril de 2014 (103,6) (Foto: Roberta Namour)


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SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 0,7 por cento em setembro, recuperando apenas parte da forte perda vista no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O ICC atingiu 103,0 pontos, contra 102,3 pontos em agosto, quando havia caído 4,3 por cento para atingir o menor nível desde abril de 2009.

"Após um período de queda acentuada da confiança dos consumidores até maio, os resultados se tornaram mais voláteis e por isso devem ser analisados com cautela", destacou a coordenadora da pesquisa na FGV/Ibre, Viviane Seda.

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Em setembro, a melhora deveu-se à diminuição do pessimismo com a economia nos meses seguintes e, segundo Viviane, isso pode estar relacionado com a redução das incertezas com o fim do período eleitoral.

Neste mês, o Índice de Expectativas (IE) subiu 2,1 por cento, a 102,2 pontos, melhor resultado desde abril de 2014 (103,6). Por outro lado, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou pouco mais de 2 por cento, chegando a 104,8 pontos em setembro, menor nível desde maio de 2009 (103,0), segundo a FGV.

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O cenário atual para o consumidor brasileiro é de juros altos e inflação elevada, que vem rondando em 12 meses o teto da meta do governo --de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos-- mesmo depois que a economia entrou em recessão no primeiro semestre.

(Por Camila Moreira; Edição de Patrícia Duarte)

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