Confiança do consumidor tem maior queda em seis meses

Com o recuo de 0.5 ponto de outubro para novembro, que mostra a terceira queda consecutiva, o Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou o menor nível desde julho deste ano, motivado principalmente pelo mercado de trabalho ruim

(Foto: REUTERS/Sergio Moraes)


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Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil - O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,5 ponto de outubro para novembro deste ano. Com o resultado, que mostra a terceira queda consecutiva, o indicador passou para 88,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o menor nível desde julho deste ano.

Houve melhora na percepção dos consumidores em relação à situação atual, com uma alta de 1,1 ponto no Índice da Situação Atual, para 78,5 pontos. Já a confiança em relação aos próximos meses piorou, com queda de 1,4 ponto no Índice de Expectativas, para 96,9 pontos.

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O componente que mede a intenção de compra de bens duráveis nos próximos meses foi o que mais contribuiu para a queda da confiança do consumidor.

Segundo a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt, o resultado sugere que a liberação do FGTS e a gradual redução da taxa de desemprego ainda não foram suficientes para recuperar o ímpeto de compras dos consumidores, que continuam cautelosos. “Um final de ano difícil ainda para os consumidores, principalmente para os de menor poder aquisitivo”.

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