Com Temer, dívida pública sobe 1,51% em março e vai a R$ 3,6 tri

Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve aumento de 1,51%, passando de R$ 3,582 trilhões trilhões em fevereiro para R$ 3,636 trilhões em março; de acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões

Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve aumento de 1,51%, passando de R$ 3,582 trilhões trilhões em fevereiro para R$ 3,636 trilhões em março; de acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões
Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve aumento de 1,51%, passando de R$ 3,582 trilhões trilhões em fevereiro para R$ 3,636 trilhões em março; de acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões (Foto: Paulo Emílio)


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Mariana Tokarnia, repórter da Agência Brasil Brasília - A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve aumento de 1,51%, passando de R$ 3,582 trilhões trilhões em fevereiro para R$ 3,636 trilhões em março, de acordo com o Relatório Mensal da Dívida Pública Federal, divulgado hoje (27) pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.

Esse aumento da dívida, de acordo com o Tesouro, ocorreu por conta da emissão líquida de títulos, no valor de R$ 23,95 bilhões, e à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 30,23 bilhões.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) – que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais – teve o estoque ampliado em 1,47%, ao passar de R$ 3,456 trilhões para R$ 3,507 trilhões, devido à emissão líquida, no valor de R$ 24,11 bilhões, e pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 26,76 bilhões.

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O estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), captada do mercado internacional, teve aumento de 2,64% sobre o estoque apurado em fevereiro, encerrando o mês de março em R$ 128,91 bilhões (US$ 38,78 bilhões), sendo R$ 115,89 bilhões (US$ 34,87 bilhões) referentes à dívida mobiliária e R$ 13,02 bilhões (US$ 3,92 bilhões), à dívida contratual.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões.

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Variação do endividamento

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.

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Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

Em março, os maiores detentores da dívida pública eram Fundos de Investimento, com 29,21% da dívida. Os fundos de Previdência ficaram em segundo lugar, com uma participação relativa de 22,80%. O grupo Previdência apresentou variação negativa em seu estoque, passando de R$ 844,44 bilhões para R$ 799,66 bilhões, de fevereiro para março.

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Em seguida, aparecem as instituições financeiras com 22,39%, grupo que elevou o estoque em R$ 26 bilhões, chegando a R$ 785,23 bilhões. Os investidores estrangeiros concentraram 11,84% da dívida; o governo, 4,38%; as seguradoras, 3,85% e outros, 5,53%.

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