Com Temer, comércio volta a ter queda em abril
Movimento dos consumidores nas lojas de todo o país caiu 0,2% em abril, já descontados os ajustes sazonais. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o recuo da atividade varejista também foi de 0,2%, conforme dados são do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio; no acumulado do quadrimestre, de janeiro a abril, o resultado de 2017 foi 2,2% menor que no mesmo período do ano passado; todos os segmentos varejistas recuaram nestes primeiros quatro meses do ano; para os economistas da Serasa Experian movimento dos consumidores no varejo ainda se mostra enfraquecido, sobretudo pelo quadro ainda desfavorável do nível de emprego do país
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Ludmilla Souza, repórter da Agência Brasil - O movimento dos consumidores nas lojas de todo o país caiu 0,2% em abril, já descontados os ajustes sazonais. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o recuo da atividade varejista também foi de 0,2%. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado hoje (8).
Apesar do recuo dos juros e da inflação, o movimento dos consumidores no varejo ainda se mostra enfraquecido, sobretudo pelo quadro ainda desfavorável do nível de emprego do país, segundo os economistas da Serasa Experian.
Dos seis setores do comércio varejista pesquisados, três tiveram elevação no movimento em abril: veículos, motos e peças (alta de 2,6%); tecidos, vestuário, calçados e acessórios (2%) e material de construção (0,9%). No entanto, a retração no período foi puxada pelos segmentos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (queda de 0,6%); móveis, eletroeletrônicos e informática (-1,2%) e combustíveis e lubrificantes (-3,7%).
No acumulado do quadrimestre, de janeiro a abril, o resultado de 2017 foi 2,2% menor que no mesmo período do ano passado. Todos os segmentos varejistas recuaram nestes primeiros quatro meses do ano: supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas registraram queda de 3,7%; móveis, eletroeletrônicos e informática (-12,5%); combustíveis e lubrificantes (-3,6%); veículos, motos e peças (-10,4%); tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-11,5%) e material de construção (-13,7%). No acumulado de 12 meses, a retração geral na atividade do comércio é de 4,5%.
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