Com previsão de queda no PIB, governo já fala em contingenciamento para 2017

Governo Michel Temer poderá fazer contingenciamento de despesas em 2017 quando for rever as receitas do próximo ano, momento em que irá incorporar nos seus cálculos a perspectiva de crescimento menor para o Produto Interno Bruto (PIB), de apenas 1%, disse o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira; na véspera, o ministério da Fazenda piorou suas expectativas para a atividade econômica, ante projeção anterior de expansão de 1,6% do PIB em 2017

Governo Michel Temer poderá fazer contingenciamento de despesas em 2017 quando for rever as receitas do próximo ano, momento em que irá incorporar nos seus cálculos a perspectiva de crescimento menor para o Produto Interno Bruto (PIB), de apenas 1%, disse o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira; na véspera, o ministério da Fazenda piorou suas expectativas para a atividade econômica, ante projeção anterior de expansão de 1,6% do PIB em 2017
Governo Michel Temer poderá fazer contingenciamento de despesas em 2017 quando for rever as receitas do próximo ano, momento em que irá incorporar nos seus cálculos a perspectiva de crescimento menor para o Produto Interno Bruto (PIB), de apenas 1%, disse o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira; na véspera, o ministério da Fazenda piorou suas expectativas para a atividade econômica, ante projeção anterior de expansão de 1,6% do PIB em 2017 (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O governo poderá fazer contingenciamento de despesas em 2017 quando for rever as receitas do próximo ano, momento em que irá incorporar nos seus cálculos a perspectiva de crescimento menor para o Produto Interno Bruto (PIB), de apenas 1 por cento, disse nesta terça-feira o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira.

Na véspera, o ministério da Fazenda piorou suas expectativas para a atividade econômica, ante projeção anterior de expansão de 1,6 por cento do PIB em 2017. Segundo Oliveira, não cabe ao governo revisar as receitas para 2017 agora, passo que será tomado no início do próximo ano.

Ele lembrou ainda que a estimativa menor de crescimento do PIB não leva necessariamente a menores receitas, já que avanços em concessões e privatizações podem levar a um aumento nos recursos levantados pelo governo.

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Por Marcela Ayres

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