Com medo do futuro, intenção de consumo das famílias cai 0,7%
Intenção de consumo das famílias, medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 0,7% na passagem de agosto para setembro deste ano; apesar da queda mensal, a Intenção de Consumo das Famílias avançou 6,4% na comparação com setembro do ano passado, de acordo os dados da CNC
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Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil - A intenção de consumo das famílias, medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 0,7% na passagem de agosto para setembro deste ano. O indicador atingiu 76,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.
Apesar da queda mensal, a Intenção de Consumo das Famílias avançou 6,4% na comparação com setembro do ano passado, de acordo os dados da CNC.
De agosto para setembro, cinco dos sete componentes do indicador tiveram queda: perspectiva de consumo (-0,2%), emprego atual (-0,7%), compra a prazo (-0,8%), renda atual (-1%) e perspectiva profissional (-2,1%).
O nível de consumo atual se manteve estável, enquanto o momento para a compra de bens duráveis cresceu 1,4%.
Já na comparação com setembro de 2016, apenas a perspectiva profissional teve queda, de 3,5%. Os demais componentes tiveram alta: emprego atual (1,6%), renda atual (1,8%), compra a prazo (8,2%), nível de consumo
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