CNI: Nova alta dos juros dificulta retomada do crescimento
O reajuste da taxa Selic para 13,25% ao ano, anunciado há pouco pelo Copom aumentará as dificuldades para a retomada do crescimento, declarou nesta quarta (29) a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em comunicado, no qual pede que o ajuste fiscal e monetário seja compensado por medidas de estímulo à competitividade; segundo a confederação, a elevação dos juros básicos desestimulará ainda mais os investimentos e o consumo das famílias
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Agência Brasil - O reajuste da taxa Selic (juros básicos da economia) para 13,25% ao ano, anunciado há pouco pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentará as dificuldades para a retomada do crescimento, declarou hoje (29) a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em comunicado, no qual pede que o ajuste fiscal e monetário seja compensado por medidas de estímulo à competitividade.
Segundo a confederação, a elevação dos juros básicos desestimulará ainda mais os investimentos e o consumo das famílias. Na avaliação da CNI, o Banco Central poderia repensar a trajetória dos juros diante da atual condição econômica do país.
“Para a CNI, o fraco desempenho da economia, a valorização do real frente ao dólar e o ajuste nas contas públicas são suficientes para reduzir as pressões sobre a inflação. E, diante desse quadro, o Banco Central poderia rever a trajetória de aumento dos juros”, destacou o comunicado.
Para estimular a indústria nacional, a CNI reiterou que as políticas monetária e fiscal devem ser complementadas por uma agenda que aumente a competitividade do país e dê prioridade a medidas que tragam maior segurança jurídica às empresas. “Essa agenda melhoraria o ambiente de negócios, reduziria os custos da indústria, estimularia os investimentos e facilitaria a retomada do crescimento econômico”, concluiu a entidade.
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