CNI diz que reforma do Imposto de Renda subirá de 34% para 41,2% impostos totais de empresas

Segundo o presidente da CNI, Robson Andrade, a proposta vai na direção correta e está alinhada com o padrão internacional de tributação da renda

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Divulgação/Fenae (Foto: Divulgação/Fenae)


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247 - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou nesta quarta-feira (4) a proposta de reforma do Imposto de Renda em tramitação na Câmara. De acordo com a entidade, o substitutivo do Projeto de Lei nº 2.337, relatado pelo deputado federal Celso Sabino (PSDB-PA), eleva de 34% para 41,2% os impostos totais cobrados de empresas.

Segundo a CNI, o substitutivo ao PL 2337/2021, que trata da reforma do imposto de renda, aumenta a tributação total sobre os investimentos produtivos dos atuais 34% para 41,2%.

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Segundo Robson Andrade, a proposta vai na direção correta e está alinhada com o padrão internacional de tributação da renda. “Entretanto, é preciso reavaliar as alíquotas e as regras para a tributação da distribuição de lucros e dividendos e manter e aperfeiçoar as regras para dedução de Juros sobre o Capital Próprio. Apenas assim a reforma do imposto de renda será capaz de incentivar investimentos no país”, avalia o presidente da CNI.

O aumento de tributação é provocado pela calibragem das alíquotas: 26,5% de IRPJ/CSLL sobre o lucro e 20% de IR-Retido na Fonte. O substitutivo impõe o IR-Retido na Fonte a 20% a partir de 2022, sem redução do IRPJ, que cairá apenas 7,5 pontos percentuais. A redução adicional do IRPJ, que levaria a alíquota de IRPJ/CSLL para 21,5%, é incerta, pois depende do comportamento futuro da arrecadação do Imposto de Renda.

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