CNI critica Guardia e pede redução de impostos

CNI divulgou nota para criticar a forma como o Planalto pretende compensar os subsídios concedidos aos caminhoneiros onde "lamenta a postura do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que, em entrevista, admitiu a intenção do governo federal de aumentar impostos para cobrir o rombo decorrente do subsídio ao óleo diesel"; para a CNI, "o caminho para o Brasil sair da crise passa por se criar as condições necessárias para o país voltar a crescer" o que envolve a "redução de impostos para fomentar a economia, atrair investimentos e gerar mais empregos"

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. (Foto: Paulo Emílio)


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247 - Enquanto a crise parece se encaminhar para o final, fica claro também que os problemas do Governo estão longe de acabar, informa Rodolfo Borges, em El País.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota para criticar a forma como o Palácio do Planalto pretende compensar os subsídios concedidos aos caminhoneiros. Na mensagem, a CNI "lamenta a postura do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que, em entrevista, admitiu a intenção do governo federal de aumentar impostos para cobrir o rombo decorrente do subsídio ao óleo diesel incluído no acordo com caminhoneiros".

Para a CNI, "o caminho para o Brasil sair da crise passa por se criar as condições necessárias para o país voltar a crescer" e isso envolve uma aposta "na redução de impostos para fomentar a economia, atrair investimentos e gerar mais empregos".

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