CNC: Confiança do empresário do comércio cai 4,7%

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano; na comparação com agosto de 2014, a queda foi 24,6%; segundo a CNC, queda foi provocada por recuos em oito dos nove componentes do índice, com destaque para a expectativa do empresário em relação à economia (-7,8%), a intenção de contratação de funcionários (-6,8%) e a avaliação em relação à condição atual da empresa (-6,2%); apenas a avaliação sobre a situação dos estoques teve uma leve alta (0,1%)

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano; na comparação com agosto de 2014, a queda foi 24,6%; segundo a CNC, queda foi provocada por recuos em oito dos nove componentes do índice, com destaque para a expectativa do empresário em relação à economia (-7,8%), a intenção de contratação de funcionários (-6,8%) e a avaliação em relação à condição atual da empresa (-6,2%); apenas a avaliação sobre a situação dos estoques teve uma leve alta (0,1%)
Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano; na comparação com agosto de 2014, a queda foi 24,6%; segundo a CNC, queda foi provocada por recuos em oito dos nove componentes do índice, com destaque para a expectativa do empresário em relação à economia (-7,8%), a intenção de contratação de funcionários (-6,8%) e a avaliação em relação à condição atual da empresa (-6,2%); apenas a avaliação sobre a situação dos estoques teve uma leve alta (0,1%) (Foto: Aquiles Lins)


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Vitor Abdala, da Agência Brasil - O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano. Essa foi a segunda queda consecutiva do indicador, já que na passagem de junho para julho, já havia registrado recuo de 1,7%.

Em agosto, o índice atingiu o patamar mais baixo desde março de 2011. Na comparação com agosto de 2014, a queda foi 24,6%.

A queda de 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano foi provocada por recuos em oito dos nove componentes do índice, com destaque para a expectativa do empresário em relação à economia (-7,8%), a intenção de contratação de funcionários (-6,8%) e a avaliação em relação à condição atual da empresa (-6,2%). Apenas a avaliação sobre a situação dos estoques teve uma leve alta (0,1%).

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Na comparação com agosto de 2014, houve quedas nos nove componentes, com destaque para as avaliações das situações atuais da economia (-64,1%), do setor (-44,9%) e da empresa (-34,1%). Outros componentes com grande recuo foram as intenções de investimentos na empresa (-30,5%) e de contratação de funcionários (-29,7%).

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