China vai impulsionar gastos para reanimar economia e pode cortar meta de crescimento

Os gastos elevados visam estimular o investimento em infraestrutura, sustentado por até 2,8 trilhões de iuanes (US$ 394 bilhões) em títulos especiais de governos locais, disseram as fontes. Os líderes chineses estão considerando propostas de assessores para reduzir a até 5% a meta original de cerca de 6% acordada em dezembro, acrescentaram

(Foto: Reuters)


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PEQUIM (Reuters) - A China vai liberar trilhões de iuanes em estímulo fiscal para reanimar uma economia que deverá encolher pela primeira vez em quatro décadas em meio à pandemia de coronavírus, enquanto a meta de crescimento planejada provavelmente será reduzida, segundo quatro fontes familiarizadas com as políticas do país.

Os gastos elevados visam estimular o investimento em infraestrutura, sustentado por até 2,8 trilhões de iuanes (394 bilhões de dólares) em títulos especiais de governos locais, disseram as fontes. A proporção de déficit orçamentário nacional pode subir para níveis recordes, acrescentaram.

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É provável que Pequim tenha que diminuir sua meta de crescimento econômico para 2020, dado o impacto prolongado da pandemia, de acordo com as fontes envolvidas nas discussões de políticas internas que se recusaram a ser identificadas devido à sensibilidade do assunto.

Os líderes chineses estão considerando propostas de assessores para reduzir a até 5% a meta original de cerca de 6% acordada em dezembro, acrescentaram.

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