Chefe do BC francês: Estou confiante sobre o Brasil

Presidente do Banco Central da França, Christian Noyer, um dos mais influentes personagens do cenário financeiro mundial, diz que não há razões para ser pessimista em relação ao Brasil; “Pelo contrário, o Brasil deve avançar, ter resultados tão bons quanto o México, mas com um território maior e portanto mais capacidade”, disse o francês, também presidente do conselho de administração do Banco Internacional de Compensações

French central bank (Banque de France) governor Christian Noyer talks during the presentation of the 2012 results at the bank headquarters in Paris on March 28, 2013. AFP PHOTO  ERIC PIERMONT
French central bank (Banque de France) governor Christian Noyer talks during the presentation of the 2012 results at the bank headquarters in Paris on March 28, 2013. AFP PHOTO ERIC PIERMONT (Foto: Roberta Namour)


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247 – No momento em que as atenções do mercado financeiro se voltam aos emergentes, o presidente do Banco Central da França, Christian Noyer, um dos mais influentes personagens do cenário financeiro mundial, reafirma sua confiança sobre o Brasil.

Em entrevista ao Valor, ele diz que, depois de um grande movimento de euforia com os emergentes, que conduziu a enormes fluxos de capitais para essas economias, o que está acontecendo agora é um reequilíbrio no mercado, e não há razões para ser pessimista em relação ao Brasil.

“Para mim, o Brasil permanece fundamentalmente uma economia com um forte potencial de crescimento, e sou otimista [sobre o país]. É preciso sem dúvida que o Brasil reexamine todas as condições estruturais de seu crescimento, que a política monetária seja bem adaptada às condições do país, mas não há razão para que o Brasil conheça um período de dificuldades. Pelo contrário, o Brasil deve avançar, ter resultados tão bons quanto o México, mas com um território maior e portanto mais capacidade”, disse.

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Também presidente do conselho de administração do Banco Internacional de Compensações (BIS, banco dos bancos centrais), ele afirma que emergentes precisam estar seguros de que os fluxos de capitais que virão não serão fluxos de curto prazo, e sim financiamento de longo prazo, de infraestrutura (leia mais).

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