Cepal, da ONU, diz que ajuste de Temer precisa preservar programas sociais

Em Washington, a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), ligada à ONU, Alicia Bárcena, elogiou o Brasil por ter conseguido retirar 40 milhões de pessoas da linha de extrema pobreza, mas aponta como desafio o ajuste fiscal a ser realizado pelo País sem que haja redução nos gastos sociais; segundo ela, programas como o Bolsa Família, criado no governo Lula, precisam ser preservados

Em Washington, a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), ligada à ONU, Alicia Bárcena, elogiou o Brasil por ter conseguido retirar 40 milhões de pessoas da linha de extrema pobreza, mas aponta como desafio o ajuste fiscal a ser realizado pelo País sem que haja redução nos gastos sociais; segundo ela, programas como o Bolsa Família, criado no governo Lula, precisam ser preservados
Em Washington, a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), ligada à ONU, Alicia Bárcena, elogiou o Brasil por ter conseguido retirar 40 milhões de pessoas da linha de extrema pobreza, mas aponta como desafio o ajuste fiscal a ser realizado pelo País sem que haja redução nos gastos sociais; segundo ela, programas como o Bolsa Família, criado no governo Lula, precisam ser preservados (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O ajuste fiscal a ser feito pelo governo de Michel Temer no Brasil deve manter os direitos sociais que ajudaram a diminuir a desigualdade e a pobreza no País. O alerta vem da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) da Organização das Nações Unidas (ONU), segundo reportagem do Valor Econômico.

Nesta quinta-feira 8, em Washington, a secretária-executiva da organização, Alicia Bárcena, afirmou que "toda a região tem uma ameaça que está sobre a sua cabeça: está se fazendo um grande ajuste em quase todos os países. O importante é preservar o gasto social". A declaração foi feita em debate organizado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina sobre os desafios para o crescimento na região.

Citando o Bolsa Família, criado no governo do ex-presidente Lula, ela ressaltou: "Se pudermos preservar esses programas, não devemos ver retrocessos importantes". Alicia elogiou o Brasil por ter conseguido retirar 40 milhões de pessoas da linha de extrema pobreza, mas apontou como desafio o país sair da atual situação econômica, fazendo ajustes, mas preservando os gastos sociais.

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