Caos de Parente gera prejuízo de R$ 1,1 bi ao setor siderúrgico

A indústria produtora de aço do Brasil deve apurar um prejuízo de R$ 1,1 bilhão com a greve dos caminhoneiros encerrada na semana passada, afirmou o presidente do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes; paralisação foi provocada pelo aumento abusivo no preço do diesel sob a gestão de Pedro Parente na Petrobras

Bobinas de alumínio em fábrica de alumínio em Pindamonhangaba, no Brasil 19/06/2015 
Bobinas de alumínio em fábrica de alumínio em Pindamonhangaba, no Brasil 19/06/2015  (Foto: Leonardo Lucena)


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SÃO PAULO (Reuters) - A indústria produtora de aço do Brasil deve apurar um prejuízo de 1,1 bilhão de reais com a greve dos caminhoneiros encerrada na semana passada, afirmou nesta quarta-feira o presidente do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes.

Durante evento para comentar as medidas tomadas pelo governo para compensar o gasto com a redução no custo do diesel, Lopes afirmou ainda que a tabela de fretes acordada com os caminhoneiros deverá gerar uma perda de 3,2 bilhões de reais. Ele não especificou de imediato o período do cálculo.

“Durante a greve, tivemos 17 alto fornos abafados, paralisações de 10 aciarias, isso levou a uma perda de 1,1 bilhão de reais. A tabela de fretes pode chegar a uma perda de 3,2 bilhões de reais, mas o mais grave foi a redução da alíquota do Reintegra”, disse Lopes, referindo-se ao programa que devolve parte do faturamento de exportações de bens manufaturados como compensação por impostos indiretos cobrados na cadeia de produtos industrializados.

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A alíquota de 2 por cento foi reduzida na semana passada a 0,1 por cento.

Por Alberto Alerigi Jr.

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