Caoa abriu offshores em nome de delatores da Lava Jato

Companhias offshore ligadas ao empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono da rede de concessionárias CAOA e da montadora Hyundai no Brasil, abertas pelo escritório panamenho da Mossack Fonseca, usaram dois contadores que fizeram delação premiada na Lava Jato; ao registrar como diretores seus contadores José Roberto de Toledo, Roberto Trombeta e Rodrigo Morales, o proprietário da CAOA garantiu sigilo quase absoluto em relação a essas empresas; os dados foram divulgados pelo ‘Panama Papers’

Companhias offshore ligadas ao empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono da rede de concessionárias CAOA e da montadora Hyundai no Brasil, abertas pelo escritório panamenho da Mossack Fonseca, usaram dois contadores que fizeram delação premiada na Lava Jato; ao registrar como diretores seus contadores José Roberto de Toledo, Roberto Trombeta e Rodrigo Morales, o proprietário da CAOA garantiu sigilo quase absoluto em relação a essas empresas; os dados foram divulgados pelo ‘Panama Papers’
Companhias offshore ligadas ao empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono da rede de concessionárias CAOA e da montadora Hyundai no Brasil, abertas pelo escritório panamenho da Mossack Fonseca, usaram dois contadores que fizeram delação premiada na Lava Jato; ao registrar como diretores seus contadores José Roberto de Toledo, Roberto Trombeta e Rodrigo Morales, o proprietário da CAOA garantiu sigilo quase absoluto em relação a essas empresas; os dados foram divulgados pelo ‘Panama Papers’ (Foto: Roberta Namour)


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247 - Companhias offshore ligadas ao empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono da rede de concessionárias CAOA e da montadora Hyundai no Brasil, abertas pelo escritório panamenho da Mossack Fonseca, usaram dois contadores que fizeram delação premiada na Lava Jato.

Segundo reportagem de José Roberto de Toledo, Roberto Trombeta e Rodrigo Morales estão relacionados a quatro empresas offshore abertas pela Mossack Fonseca em 2010. Eles afirmaram, por meio de seu advogado, que representam as empresas apenas no papel, “por conta e ordem do Grupo CAOA e seu controlador”, a quem prestaram serviços de contabilidade e assessoria tributária por cerca de duas décadas.

Ao registrar como diretores seus contadores e funcionários destes, o proprietário da CAOA garantiu sigilo quase absoluto em relação a essas empresas. Os dados foram divulgados pelo ‘Panama Papers’.

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Os dois delatores assinaram acordo com os procuradores da Lava Jato para devolver aos cofres públicos US$ 7 milhões (leia aqui).

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