BTG busca R$ 700 mi para reforçar caixa da Sete Brasil
Em dificuldades financeiras em decorrência da Lava Jato, empresa criada para fornecer sondas à Petrobras, precisa levantar, em quatro anos, US$ 1,2 bilhão; principal acionista, o BTG Pactual procura novos investidores; no fim de 2014, a Sete Brasil tinha em caixa R$ 412,4 milhões, 60% a menos do que o R$ 1 bilhão registrado em 31 de dezembro de 2013
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247 – No plano de reestruturação da Sete Brasil, o BTG Pactual, seu principal acionista, busca US$ 700 milhões como novos investidores neste ano. Em dificuldades financeiras em decorrência da Lava Jato, empresa criada para fornecer sondas à Petrobras, precisa levantar, em quatro anos, US$ 1,2 bilhão.
No fim de 2014, a Sete Brasil tinha em caixa R$ 412,4 milhões, 60% a menos do que o R$ 1 bilhão registrado em 31 de dezembro de 2013.
A Sete Brasil ingressou com uma ação na Justiça contra o ex-presidente da empresa Carlos Ferraz. Ferraz admitiu, por meio de carta enviada à companhia, ter recebido US$ 1,9 milhão em propina.
O objetivo do processo é tentar recuperar R$ 22 milhões em bonificações pagas durante o período em que ele permaneceu à frente do cargo e, também, em propinas que ele teria recebido de estaleiros contratados para construir navios-sondas para a Petrobras.
Leia aqui reportagem de Raphael Di Cunto sobre o assunto.
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