Brasil afunda lucro da Ambev, que apoiou o golpe

Ambev, de Jorge Paulo Lemann, teve lucro líquido ajustado 20,1% menor e abaixo das expectativas do mercado no primeiro trimestre; em 2015, o homem mais rico do Brasil teve seu nome ligado ao financiamento do movimento Vem Pra Rua, que apoiou o golpe contra Dilma Rousseff; a Fundação Estudar, de Lemann, tinha como executivo Fábio Tran, um dos idealizadores do movimento, e era dona do domínio vemprarua.org.br

Ambev, de Jorge Paulo Lemann, teve lucro líquido ajustado 20,1% menor e abaixo das expectativas do mercado no primeiro trimestre; em 2015, o homem mais rico do Brasil teve seu nome ligado ao financiamento do movimento Vem Pra Rua, que apoiou o golpe contra Dilma Rousseff; a Fundação Estudar, de Lemann, tinha como executivo Fábio Tran, um dos idealizadores do movimento, e era dona do domínio vemprarua.org.br
Ambev, de Jorge Paulo Lemann, teve lucro líquido ajustado 20,1% menor e abaixo das expectativas do mercado no primeiro trimestre; em 2015, o homem mais rico do Brasil teve seu nome ligado ao financiamento do movimento Vem Pra Rua, que apoiou o golpe contra Dilma Rousseff; a Fundação Estudar, de Lemann, tinha como executivo Fábio Tran, um dos idealizadores do movimento, e era dona do domínio vemprarua.org.br (Foto: Paulo Emílio)


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Gabriela Mello, Reuters - A Ambev teve lucro líquido ajustado 20,1 por cento menor e abaixo das expectativas do mercado no primeiro trimestre, conforme o crescimento de custos ofuscou volumes maiores de vendas.

Controlada pela AB InBev, maior cervejaria do mundo, a empresa anunciou lucro líquido ajustado de 2,316 bilhões de reais de janeiro e março, abaixo dos 2,9 bilhões de reais observados um ano atrás e dos 2,795 bilhões esperados por analistas consultados pela Thomson Reuters.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de 4,356 bilhões de reais de janeiro a março, uma cifra 17,3 por cento menor ante igual período de 2016 e inferior aos 4,932 bilhões de reais apontados por analistas ouvidos pela Thomson Reuters.

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No Brasil, o custo dos produtos vendidos por hectolitro subiu 29,1 por cento na comparação anual, para 96,90 reais, enquanto a receita líquida aumentou 0,6 por cento na mesma base, para 228,90 reais por hectolitro, de acordo com o material de divulgação do balanço.

Em termos de volume, a Ambev apresentou no Brasil crescimento de 2,6 por cento ante o primeiro trimestre do ano passado, para 27,5 bilhões de hectolitros.

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Desconsiderando depreciação e amortização, as despesas gerais e administrativas da empresa no país cresceram 1,5 por cento, para 1,82 bilhão de reais.

Para 2017, a Ambev espera que o custo de produto vendido por hectolitro tenha alta de dois dígitos no primeiro semestre e se mantenha estável ou suba um dígito baixo no segundo.

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Em relação às operações internacionais, a empresa vê tendência positiva de volumes de cerveja na América Latina Sul, mas segue cautelosa com o ambiente macroeconômico na Argentina.

Para América Central e Caribe, a Ambev diz que buscará elevar receita e expandir a margem Ebitda. Já no Canadá, o foco será equilibra volumes e preço, a fim de aumentar a rentabilidade.

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