Brasil abre 35,9 mil vagas formais de trabalho em julho

Desempenho foi impulsionado pela indústria de transformação, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira; segundo o Ministério, em julho foram registradas 1.167.770 admissões e 1.131.870 desligamentos

Domésticas, CLT, reforma trabalhista, desemprego
Domésticas, CLT, reforma trabalhista, desemprego (Foto: Gisele Federicce)


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BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil abriu 35,9 mil vagas formais de trabalho em julho, quarto dado mensal positivo consecutivo, desempenho impulsionado pela indústria de transformação, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira.

Segundo o Ministério, em julho foram registradas 1.167.770 admissões e 1.131.870 desligamentos.

Nos sete primeiros meses de 2017, a economia brasileira abriu 103.258 postos formais. No mesmo período do ano passado, houve fechamento de 623.520 vagas.

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A indústria da transformação foi o setor que mais abriu postos formais em julho: 12.594 vagas.

Na sequência, também com desempenho positivo, apareceram os setores de comércio (10.156), serviços (7.714) e agropecuária (7.055).

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A construção civil abriu 724 postos de trabalho, marcando o primeiro resultado positivo do setor após 33 meses de resultados negativos, segundo o Ministério.

Por outro lado, os setores de serviços de utilidade pública (-1.125 postos), administração pública (-994) e extrativa mineral (-224) tiveram desempenho negativo.

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Os últimos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também indicaram tendência de melhora do mercado de trabalho ao mostrar queda na taxa de desemprego medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. No trimestre encerrado em junho, a desocupação recuou a 13 por cento.

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