Bradesco não vê problemas insolúveis no Brasil

Diretor de Pesquisas Macroeconômicas do Bradesco, Octavio de Barros, destacou o cenário macroeconômico brasileiro "em um ambiente de incipiente recuperação global": "A dinâmica do comercio mundial está sugerindo um crescimento do PIB mundial aquém do que as agências de classificação sugerem"; segundo ele, o banco aposta que 2015 será semelhante a 2003, que teve "um primeiro semestre de ajustes e reformas e um segundo semestre de recuperação da confiança"

Diretor de Pesquisas Macroeconômicas do Bradesco, Octavio de Barros, destacou o cenário macroeconômico brasileiro "em um ambiente de incipiente recuperação global": "A dinâmica do comercio mundial está sugerindo um crescimento do PIB mundial aquém do que as agências de classificação sugerem"; segundo ele, o banco aposta que 2015 será semelhante a 2003, que teve "um primeiro semestre de ajustes e reformas e um segundo semestre de recuperação da confiança"
Diretor de Pesquisas Macroeconômicas do Bradesco, Octavio de Barros, destacou o cenário macroeconômico brasileiro "em um ambiente de incipiente recuperação global": "A dinâmica do comercio mundial está sugerindo um crescimento do PIB mundial aquém do que as agências de classificação sugerem"; segundo ele, o banco aposta que 2015 será semelhante a 2003, que teve "um primeiro semestre de ajustes e reformas e um segundo semestre de recuperação da confiança" (Foto: Roberta Namour)


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247 - O diretor de Pesquisas Macroeconômicas do Bradesco, Octavio de Barros, afirmou que, apesar dos desafios em que vive a economia brasileira, "não há problemas insolúveis".

Em palestra para investidores pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) Rio, ele destacou o cenário macroeconômico brasileiro "em um ambiente de incipiente recuperação global". “A dinâmica do comercio mundial está sugerindo um crescimento do PIB mundial aquém do que as agências de classificação sugerem", afirmou.

Para 2014, diz que o banco aposta em crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País de 1% e de 1,5% em 2015. Afirma ainda que o próximo ano será semelhante a 2003, que teve "um primeiro semestre de ajustes e reformas e um segundo semestre de recuperação da confiança".

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