Boulos: combate à sonegação é “filé” para ajustar contas

Líder do MTST pede para o ministro Joaquim Levy "arrochar de verdade" e defende um "mutirão nacional de combate à sonegação fiscal", para podermos "ganhar aí uns bons bilhões"; outra sugestão de Guilherme Boulos é "pensar em compensar a sonegação elevada com um imposto sobre as grandes fortunas" e ainda "baixar os juros"

Líder do MTST pede para o ministro Joaquim Levy "arrochar de verdade" e defende um "mutirão nacional de combate à sonegação fiscal", para podermos "ganhar aí uns bons bilhões"; outra sugestão de Guilherme Boulos é "pensar em compensar a sonegação elevada com um imposto sobre as grandes fortunas" e ainda "baixar os juros"
Líder do MTST pede para o ministro Joaquim Levy "arrochar de verdade" e defende um "mutirão nacional de combate à sonegação fiscal", para podermos "ganhar aí uns bons bilhões"; outra sugestão de Guilherme Boulos é "pensar em compensar a sonegação elevada com um imposto sobre as grandes fortunas" e ainda "baixar os juros" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O líder do MST, Guilherme Boulos, defendeu, em artigo publicado nesta quinta-feira (21), que os cortes no Orçamento Geral da União em nome do ajuste fiscal, que podem chegar a R$ 70 bilhões, sejam acompanhados de medidas simples mas eficazes, como o combate à sonegação, especialmente "por parte grandes empresas" e que é estimada em R$ 500 bilhões somente no ano passado. " Olha que filé para ajustar as contas, ministro! Se a Receita Federal e o Ministério da Fazenda organizarem um mutirão nacional de combate à sonegação podemos ganhar aí uns bons bilhões", afirma.

Boulos também defende a redução na taxa de juros, uma vez que "cada aumento de 0,5% na taxa Selic significa em média ônus de R$ 10 bilhões ao Tesouro". Por fim, ele sugere a realização de uma auditoria na dívida púbica brasileira que, segundo ele, consumiu em 2013 gastos de R$ 718 bilhões para os juros e amortização da dívida e que em 2014 subiu para R$ 978 bilhões.

"E o que é melhor: não precisa nem aprovar lei nova, é só regulamentar. A Constituição de 88 prevê a auditoria da dívida e a taxação das grandes fortunas. Você nem vai precisar ficar aturando o Renan e o Eduardo Cunha, os pedidos do PMDB, coisa e tal", escreveu.

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Confira aqui a íntegra do artigo publicado por Guilherme Boulos.

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