Bolsonaro, que dificulta auxílio emergencial, coloca terror: sem renda, as pessoas não vão ter o que comer

Jair Bolsonaro anunciou em fala a jornalistas em frente ao Palácio da Alvorada que começará na semana que vem o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial, mas advertiu: "a União não tem como continuar pagando isso, o endividamento nosso está bastante grande"

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)


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247 - Em fala a jornalistas na noite desta quinta-feira (14) em frente ao Palácio da Alvorada, Jair Bolsonaro anunciou que o governo federal começará a efetuar o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600, pregou pela reabertura do comércio no País e plantou o terror: 'sem renda, as pessoas não vão ter o que comer'.

"Toda a sociedade está com problemas e o efeito colateral da quarentena vai ser devastador. As pessoas não tendo renda não vão ter o que comer em casa", disse.

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Bolsonaro demonstrou ainda que o governo federal não está disposto a estender o pagamento do auxílio para além da terceira parcela. "Nós começaremos na semana que vem a pagar a segunda parcela do auxílio emergencial e tem a terceira parcela. A União não tem como continuar pagando isso, o endividamento nosso está bastante grande. Se nós começarmos a agir dessa maneira apenas, sem abrir o comércio, a inflação pode voltar. A taxa de juros a longo prazo pode voltar a crescer, a economia é crucial para o futuro do nosso Brasil".

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