Bolsonaro desautoriza anúncio de antecipação de auxílio feito por ministro
"Primeiro se deve pagar a todos a primeira parcela, depois o dinheiro depende de crédito suplementar já que ultrapassou em quase 10 milhões o número de requerentes. Tudo será pago no planejado pela Caixa", justificou Jair Bolsonaro nas redes sociais
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247 - Jair Bolsonaro afirmou, nesta quinta-feira (23), que o anúncio da antecipação da segunda parcela emergencial devido à pandemia do novo coronavírus, anunciada na segunda-feira durante uma entrevista coletiva que contou com a presença do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, foi feito sem a sua autorização. Na quarta-feira, O Ministério da Cidadania informou que a antecipação do auxílio não iria acontecer devido à falta de recursos para isso.
A afirmação de Bolsonaro foi feita nas redes sociais, em resposta à uma seguidora que perguntou se o auxílio havia sido cancelado e como o povo iria “sobreviver. Bolsonaro afirmou que "nada foi cancelado" e que na coletiva um ministro anunciou sem estar autorizado que iria antecipar a segunda parcela”.
"Primeiro se deve pagar a todos a primeira parcela, depois o dinheiro depende de crédito suplementar já que ultrapassou em quase 10 milhões o número de requerentes. Tudo será pago no planejado pela Caixa", justificou em seguida.
Pelo cronograma, o pagamento da segunda parcela deveria começar nesta quinta-feira e ir até a próxima quarta-feira (29). O novo calendário deverá ser anunciado em maio.
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