Bolsonaro acena a caminhoneiros e promete zerar imposto federal no diesel em 2022

Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro gravou um vídeo, a pedido de um deles, direcionado à categoria em que diz haver estudos para que a redução dos impostos acontece a partir de janeiro

(Foto: REUTERS/Leonardo Benassatto)


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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro reafirmou nesta sexta-feira, em mais um aceno aos caminhoneiros, que planeja zerar o imposto federal sobre o diesel a partir no início de 2022.

Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro gravou um vídeo, a pedido de um deles, direcionado à categoria em que diz haver estudos para que a redução dos impostos acontece a partir de janeiro.

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"Sabemos que o combustível está, no meu entender, caro. Temos que buscar maneiras de reduzir o máximo possível. Eu não gosto de falar em promessa, mas gostaria de zerar o imposto do diesel a partir de meados do ano que vem. Gostaria, vou me empenhar, não posso garantir, não é uma promessa, é um estudo", disse.

O vídeo, publicado por um canal bolsonarista na internet, mostra ainda uma outra fala de Bolsonaro sobre o assunto, feito com apoiadores na noite de quarta-feira. Na ocasião, o presidente diz que pode zerar os impostos a partir de janeiro.

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"Ontem apareceu uma luz aí para a gente zerar o imposto federal do diesel a partir de janeiro", disse.

Bolsonaro voltou a reclamar que, após o governo federal baixar o imposto no início do ano, governos estaduais aumentaram o ICMS, o que teria feito com que o combustível não baixasse. O governo tenta aprovar no Congresso uma mudança na forma de cobrança do ICMS, o que desagrada os governadores.

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"Não é fácil resolver. Zerei por dois meses, joguei 2 bilhões de reais fora", reclamou. "Reconhecemos as dificuldades financeiras dos estados, mas acima dos estados está o povo que nos sustenta e nos mantém".

Bolsonaro tenta apaziguar os caminhoneiros, que periodicamente ameaçam novas greves e protestos, especialmente em relação ao preço dos combustíveis. As últimas tentativas de um movimento unificado como o que parou o país em maio de 2018 não foram adiante, mas é um temor constante no Palácio do Planalto.

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