Bolsa começa 2018 com máxima recorde de fechamento

Principal índice de ações da bolsa paulista subiu quase 2% no primeiro pregão de 2018, atingindo pontuação recorde de fechamento e esticando o rali do ano passado em meio ao contínuo bom humor dos investidores.; Ibovespa avançou 1,95%, na sétima alta seguida que o levou à máxima de fechamento de 77.891 pontos; giro financeiro do pregão somou R$ 7,987 bilhões

Principal índice de ações da bolsa paulista subiu quase 2% no primeiro pregão de 2018, atingindo pontuação recorde de fechamento e esticando o rali do ano passado em meio ao contínuo bom humor dos investidores.; Ibovespa avançou 1,95%, na sétima alta seguida que o levou à máxima de fechamento de 77.891 pontos; giro financeiro do pregão somou R$ 7,987 bilhões
Principal índice de ações da bolsa paulista subiu quase 2% no primeiro pregão de 2018, atingindo pontuação recorde de fechamento e esticando o rali do ano passado em meio ao contínuo bom humor dos investidores.; Ibovespa avançou 1,95%, na sétima alta seguida que o levou à máxima de fechamento de 77.891 pontos; giro financeiro do pregão somou R$ 7,987 bilhões (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O principal índice de ações da bolsa paulista subiu quase 2 por cento no primeiro pregão de 2018, atingindo pontuação recorde de fechamento e esticando o rali do ano passado em meio ao contínuo bom humor dos investidores.

Segundo operadores, a pausa dos trabalhos no Congresso tirou parte da pressão sobre os ativos, o que levou investidores às compras, de olho nos mercados internacionais.

O Ibovespa avançou 1,95 por cento, na sétima alta seguida que o levou à máxima de fechamento de 77.891 pontos. A máxima intradia de 78.024 pontos foi registrada em 5 de outubro.

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O giro financeiro do pregão somou 7,987 bilhões de reais.

Após ter subido 26,8 por cento do ano passado, o Ibovespa seguia refletindo perspectiva mais favorável para as ações brasileiras em 2018, em meio às articulações para aprovação de reformas, como a da previdência.

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Na agenda do dia, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou que a balança comercial brasileira encerrou 2017 com superávit recorde de 67 bilhões de dólares, ultrapassando os 47,683 bilhões de 2016.

E a pesquisa Focus divulgada mais cedo pelo Banco Central sinalizou que economistas esperam expansão de 2,7 por cento no Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2018, alta de 0,02 ponto percentual ante a previsão da semana anterior.

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"De fato, existe um sentimento positivo para o ano, apesar das volatilidades que aparecerão nesse ano eleitoral", escreveu o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos, em relatório distribuído a clientes.

A possibilidade de rebaixamento do rating do Brasil pela agência de classificação de risco S&P no fim de 2017, que acabou não acontecendo, tirou um pouco da cautela que predominou nas últimas semanas de 2017.

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O cenário externo também favorecia a tomada de risco, com ganhos em Wall Street, bons indicadores sobre a atividade industrial chinesa e avanço nos preços de algumas commodities, destacaram outros agentes do mercado ouvidos pela Reuters.

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