BofA corta recomendação de Brasil e tira Petrobras de portfólio
O Bank Of America Merrill Lynch rebaixou nesta terça-feira (6) sua recomendação de Brasil de "overweight" (acima da média do mercado) para "equal weight" (neutro); o BofA também retirou a Petrobras de seu portfólio de América Latina, mantendo sua recomendação "underweight" (abaixo da média do mercado) para o setor de energia
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Por Rodrigo Tolotti Umpieres
SÃO PAULO - O Bank Of America Merrill Lynch rebaixou nesta terça-feira (6) sua recomendação de Brasil de "overweight" (acima da média do mercado) para "equal weight" (neutro). Segundo o banco, o corte se deve ao cenário macroeconômico desafiador que o País deve enfrentar. Enquanto isso, o BofA retirou a Petrobras (PETR3; PETR4) de seu portfólio de América Latina, mantendo sua recomendação "underweight" (abaixo da média do mercado) para o setor de energia.
Na América Latina, o banco manteve sua recomendação overweight para o México e Chile. No relatório, os analistas disseram esperar um retorno mais fraco para as ações em toda a América Latina neste ano, que devem ficar pressionadas pelo PIB ruim, a queda do preço das commodities, pela alta alavancagem das empresas e a maior tributação dos países da região.
Por outro lado, a equipe do banco ainda vê algumas oportunidades no Brasil. "No entanto, continuamos a encontrar oportunidades interessantes no País, o que limita a nossa visão negativa", disseram no relatório. O BofA diz que vê com bons olhos as empresas que são favorecidas por uma alta do dólar, especialmente as exportadoras como Embraer (EMBR3), Suzano (SUZB5) e Braskem (BRKM5), para as quais tem recomendação de compra.
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