Blairo Maggi diz que "aceita" ser ministro de Temer

Senador Blairo Maggi (PR-MT) disse que foi convidado pelo PP para ser o ministro da Agricultura em um eventual governo comandado pelo vice-presidente Michel Temer e aceitou a "missão"; Maggi, que é um grande produtor de soja, disse, por meio do Twitter que "aceita assumir o Ministério da Agricultura em nome de meu querido Mato Grosso, Estado do agronegócio e pelo momento que vivemos, acredito poder ajudar o Brasil"; "Agradeço a Deus e peço a Ele que me abençoe nessa missão... Espero ter o apoio de todos"; completou

Senador Blairo Maggi (PSDB-MT) relata sua participação, juntamente com a presidente da República, Dilma Rousseff, na cerimônia de abertura da colheita da safra nacional 2013/2014, ocorrida na cidade de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso
Senador Blairo Maggi (PSDB-MT) relata sua participação, juntamente com a presidente da República, Dilma Rousseff, na cerimônia de abertura da colheita da safra nacional 2013/2014, ocorrida na cidade de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O senador Blairo Maggi (PR-MT) disse neste sábado que foi convidado pelo PP para ser o ministro da Agricultura num governo comandado pelo vice-presidente Michel Temer e aceitou a "missão".

"Fui convidado pelo Partido Progressista para assumir o Ministério da Agricultura. Aceitei, falta oficialização do futuro presidente Michel Temer", disse Blairo no Twitter.

Grande produtor de soja, Blairo, que é gaúcho radicado no Mato Grosso, foi governador do Estado por dois mandatos e é senador desde 2011.

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O fato de Blairo ser do PR e o convite ter sido feito pelo PP sugere que o senador vá trocar de partido.

"Aceito assumir o Ministério da Agricultura em nome de meu querido Mato Grosso, Estado do agronegócio e pelo momento que vivemos, acredito poder ajudar o Brasil", acrescentou. "Agradeço a Deus e peço a Ele que me abençoe nessa missão... Espero ter o apoio de todos."

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Caso o Senado aceite, na próxima quarta-feira, a instalação de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, ela será afastada do cargo por até 180 dias e Temer assumirá interinamente a Presidência da República.

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