Bilionário, secretário de privatização de Bolsonaro diz que petroleiros são privilegiados

Com uma fortuna estimada em R$ 1,8 bilhão, o secretário de Desestatização do governo Jair Bolsonaro, Salim Mattar, criticou o anúncio de greve dos petroleiros. segundo ele, a categoria tem "uma série de benefícios e privilégios". "A Petrobrás considera a mobilização descabida", disse

(Foto: José Cruz/Agência Brasil)


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247 - Com uma fortuna estimada em R$ 1,8 bilhão, o secretário de Desestatização do governo Jair Bolsonaro, Salim Mattar, criticou o anúncio de greve dos petroleiros que, segundo ele, seriam “privilegiados que trabalham nas estatais”. “Os petroleiros, que são bem remunerados e têm uma série de benefícios e privilégios por trabalharem numa estatal, anunciaram greve a partir de sábado. A Petrobrás considera a mobilização descabida. Enquanto isso 12 milhões de brasileiros comuns seguem procurando emprego”, postou ele no Twitter, comparando à massa de desempregados no setor privado, do qual faz parte.

"Temos 2 categorias de trabalhadores: os privilegiados que trabalham nas estatais e os demais. Enquanto os primeiros fazem greves os demais 12 milhões de desempregados procuram emprego", acrescentou ele, que repassou R$ 2,92 milhões a 28 candidaturas nas eleições de 2018 – entre elas de Onyx Lorenzoni e Romeu Zema.

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Ao justificar a greve, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) disse que "a política agressiva do atual governo de privatização e fechamento de unidades estratégicas da Petrobrás impacta os petroleiros, com demissões em massa e ataques a direitos pactuados em acordos, e também prejudica a população".

"A destruição da cadeia produtiva de óleo e gás é um dos principais motivos pelos quais a economia do país segue estagnada. A Petrobrás, que era uma das locomotivas do desenvolvimento nacional, reduziu em mais de 50% os investimentos no Brasil. Os R$ 104,4 bilhões investidos pela empresa em 2013 despencaram para R$ 49,3 bilhões, em 2018. Uma queda de 53%", afirmou.

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