BC: Inadimplência tem menor taxa desde junho de 2011

Taxa de inadimplência do crédito com recursos livres para as famílias e empresas caiu para 5,1%, em agosto deste ano; para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a continuação do crescimento da renda e do emprego são “fatores determinantes” para que haja redução

Brasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro
Brasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro (Foto: Roberta Namour)


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Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A taxa de inadimplência do crédito com recursos livres para as famílias e empresas caiu para 5,1%, em agosto deste ano, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (27). Em relação a julho, houve redução de 0,1 ponto percentual. Essa é a menor taxa desde junho de 2011, quando ficou em 4,94%.

No caso das empresas, também houve redução de 0,1 ponto percentual na taxa de inadimplência entre os meses de julho e agosto, que ficou em 3,4%. A taxa de inadimplência das famílias ficou em 7,1%, com o mesmo nível de redução das empresas em relação a julho.

Nesse caso, a taxa é a menor desde julho de 2011, quando ficou em 6,89%.

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Para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a continuação do crescimento da renda e do emprego são “fatores determinantes” para que haja redução de inadimplência. Além disso, ele informou que os bancos estão mais seletivos na hora de conceder crédito, principalmente o financiamento de veículos, com melhores garantias e melhor análise do perfil dos clientes. No caso dos veículos, ele também citou parcelas menores de financiamento.

O BC considera como inadimplência atrasos superiores a 90 dias. No caso do crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa ficou estável tanto para empresas (0,5%) quanto para pessoas físicas (1,8%).

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Edição: Davi Oliveira

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