BC alerta para pausa em queda da inflação

Banco Central destacou que há sinais recentes de pausa no processo de desinflação de serviços em ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, adotando um tom mais duro em relação ao processo de corte dos juros básicos e ressaltando que é preciso ter "persistência maior" na sua política; "Há sinais de uma pausa recente no processo de desinflação dos componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, o que pode sinalizar convergência mais lenta da inflação à meta", diz a ata

Banco Central destacou que há sinais recentes de pausa no processo de desinflação de serviços em ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, adotando um tom mais duro em relação ao processo de corte dos juros básicos e ressaltando que é preciso ter "persistência maior" na sua política; "Há sinais de uma pausa recente no processo de desinflação dos componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, o que pode sinalizar convergência mais lenta da inflação à meta", diz a ata
Banco Central destacou que há sinais recentes de pausa no processo de desinflação de serviços em ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, adotando um tom mais duro em relação ao processo de corte dos juros básicos e ressaltando que é preciso ter "persistência maior" na sua política; "Há sinais de uma pausa recente no processo de desinflação dos componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, o que pode sinalizar convergência mais lenta da inflação à meta", diz a ata (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O Banco Central destacou que há sinais recentes de pausa no processo de desinflação de serviços em ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgada nesta terça-feira, adotando um tom mais duro em relação ao processo de corte dos juros básicos e ressaltando que é preciso ter "persistência maior" na sua política.

"Há sinais de uma pausa recente no processo de desinflação dos componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, o que pode sinalizar convergência mais lenta da inflação à meta", trouxe a ata. "Nesse contexto, uma maior persistência inflacionária requer persistência maior da política monetária", acrescentou.

Segundo o BC, essa pausa já considera efeitos sazonais e se dá "em níveis cuja manutenção produziria trajetória de desinflação em velocidade aquém da contemplada no cenário básico do Copom".

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"Esse cenário pressupõe uma trajetória de queda gradual à frente. Dessa forma, os membros do Comitê ressaltaram que é necessário monitorar a retomada dessa trajetória", acrescentou o BC.

Na última quarta-feira, o BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,00 por cento ao ano, primeiro corte em quatro anos, avaliando que uma flexibilização moderada e gradual é compatível com a convergência da inflação para a meta de 4,5 por cento nos próximos dois anos.

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Em relação aos próximos passos que tomará, o BC repetiu que a magnitude do corte nos juros e possível intensificação de seu ritmo "dependerão de evolução favorável de fatores que permitam maior confiança no alcance das metas para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2017 e 2018".

Também reiterou que para essa decisão irá avaliar a combinação de dois fatores: desinflação de serviços e evolução dos ajustes na economia.

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Sobre o lado fiscal, o BC indicou que "há consenso no Comitê de que a velocidade no processo de apreciação das propostas de ajustes tem excedido as expectativas", mas destacou, por outro lado, que "a natureza longa e incerta do processo sugere que há, ao mesmo tempo, risco e oportunidade".

A ata indicou que o BC seguirá acompanhando esses esforços atentamente.

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(Por Marcela Ayres)

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