Barbosa sobre FGTS: 'Não tem uma decisão ainda'

Ministro da Fazenda disse a jornalistas em Davos que a proposta de usar o Fundo como garantia para empréstimo consignado foi apresentada ao governo no ano passado, mas que o governo pediu mais detalhes às instituições financeiras; "Não tem uma decisão ainda", disse Nelson Barbosa, ressaltando que é preciso confirmar em quanto a taxa de juros seria reduzida e qual seria o impacto no FGTS

Ministro da Fazenda disse a jornalistas em Davos que a proposta de usar o Fundo como garantia para empréstimo consignado foi apresentada ao governo no ano passado, mas que o governo pediu mais detalhes às instituições financeiras; "Não tem uma decisão ainda", disse Nelson Barbosa, ressaltando que é preciso confirmar em quanto a taxa de juros seria reduzida e qual seria o impacto no FGTS
Ministro da Fazenda disse a jornalistas em Davos que a proposta de usar o Fundo como garantia para empréstimo consignado foi apresentada ao governo no ano passado, mas que o governo pediu mais detalhes às instituições financeiras; "Não tem uma decisão ainda", disse Nelson Barbosa, ressaltando que é preciso confirmar em quanto a taxa de juros seria reduzida e qual seria o impacto no FGTS (Foto: Romulo Faro)


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Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

O governo estuda a possibilidade de o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ser usado como garantia para empréstimo consignado. A informação foi dada pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em conversa com jornalistas, em Davos, na Suíça.

Barbosa disse que o governo recebeu essa proposta de instituições financeiras. A ideia é usar o saldo da multa do FGTS, caso o trabalhador perca o emprego. Segundo o ministro, o argumento em defesa da proposta é que, em momento de alta do desemprego, o uso do FGTS reduziria o risco de inadimplência, no caso dos trabalhadores do setor privado e, por consequência, a taxa de juros cairia.

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De acordo com o ministro, a medida foi apresentada ao governo no ano passado. Barbosa disse ainda que o governo pediu mais detalhes sobre a proposta às instituições financeiras. "Não tem uma decisão ainda", disse Barbosa, ressaltando que é preciso confirmar em quanto a taxa de juros seria reduzida e qual seria o impacto no FGTS.

Barbosa participa, em Davos, do Fórum Econômico Mundial, que reúne lideranças de diversos países para discutir temas econômicos de interesse global, como estratégias para a retomada do crescimento ao redor do mundo, e ações para o aquecimento da economia nos países.

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