Barbosa: gasto de 19,1% do PIB previsto deve ser reduzido

Ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirma que o nível atual de gastos não permite que o país produza um superávit capaz de estabilizar a dívida pública; por isso, defende que o limite para o gasto seja inferior aos atuais 19,1% do PIB; “mas esse é um assunto para ser discutido posteriormente. Primeiro precisamos definir as regras para o controle do gasto. O que queremos é ter regras mais efetivas de controle do gasto incorporadas à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para dar instrumentos ao governo para controlar a despesa obrigatória quando for necessário”

BRAS�LIA, DF, BRASIL, 19-02-2016, 16h30: O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o ministro do Planejamento, Valdir Sim�o, anunciam os cortes no Or�amento e mudan�as fiscais para 2016. (Foto: Marcelo Camargo/Ag�ncia Brasil)
BRAS�LIA, DF, BRASIL, 19-02-2016, 16h30: O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o ministro do Planejamento, Valdir Sim�o, anunciam os cortes no Or�amento e mudan�as fiscais para 2016. (Foto: Marcelo Camargo/Ag�ncia Brasil) (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, o nível atual de gastos não permite que o país produza um superávit capaz de estabilizar a dívida pública. Por isso, defende que o limite para o gasto seja inferior aos atuais 19,1% do PIB.

“Mas esse é um assunto para ser discutido posteriormente. Primeiro precisamos definir as regras para o controle do gasto. O que queremos é ter regras mais efetivas de controle do gasto incorporadas à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para dar instrumentos ao governo para controlar a despesa obrigatória quando for necessário”, diz ele em entrevista ao Valor.

Na sexta-feira, ele anunciou os princípios da reforma fiscal do governo: o reconhecimento de que o resultado fiscal de 2016 pode variar de um superávit de R$ 24 bilhões a um déficit de até R$ 60 bilhões, o refinanciamento das dívidas estaduais, que dará um alívio de R$ 36 bilhões aos governadores em três anos, e uma proposta para o teto para os gastos federais que pode, no limite, suspender aumentos reais do salário mínimo (leia aqui).

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