Barbosa espera aprovação de MP do seguro-desemprego esta semana

Ministro do Planejamento salientou, no entanto, que ainda não há concordância em relação à alteração do prazo para que trabalhadores possam acessar o seguro-desemprego, principal ponto de divergência entre governo e parlamentares

Ministro do Planejamento salientou, no entanto, que ainda não há concordância em relação à alteração do prazo para que trabalhadores possam acessar o seguro-desemprego, principal ponto de divergência entre governo e parlamentares
Ministro do Planejamento salientou, no entanto, que ainda não há concordância em relação à alteração do prazo para que trabalhadores possam acessar o seguro-desemprego, principal ponto de divergência entre governo e parlamentares (Foto: Gisele Federicce)


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BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse nesta segunda-feira que as conversas com parlamentares para a aprovação das medidas de ajuste fiscal ainda estão em curso e que espera viabilizar nesta semana a votação da Medida Provisória 665, que altera regras de acesso ao abono salarial e seguro-desemprego.

Barbosa salientou, no entanto, que ainda não há concordância em relação à alteração do prazo para que trabalhadores possam acessar o seguro-desemprego, principal ponto de divergência entre governo e parlamentares.

"Já existe uma convergência em vários aspectos... Continuamos achando que o ideal é 18 meses (de trabalho para que o seguro-desemprego possa ser acessado)", disse o ministro, que se declarou confiante de que o Congresso vai preservar a essência das medidas ao aprová-las.

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Originalmente, a proposta do governo era de aumentar de 6 para 18 meses o período de trabalho para recorrer ao benefício pela primeira vez, mas o relator da MP, senador Paulo Rocha (PT-PA), propõe em seu texto que essa carência seja de 12 meses.

Barbosa disse ainda esperar que o relatório da Medida Provisória 664, que trata de benefícios como auxílio doença e pensão por morte, seja apresentado nesta semana. Para ele, há o consenso de determinar um tempo mínimo de contribuição para a Previdência e de casamento para a concessão de pensão por morte.

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"Existe uma concordância qualitativa nesses princípios. O que a estamos discutindo agora é a quantificação disso", afirmou.

O ministro falou a jornalistas após reunião com o vice-presidente Michel Temer, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o titular da Previdência Social, Carlos Gabas, e parlamentares da base aliada.

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(Por Nestor Rabello e Maria Carolina Marcello)

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